[[legacy_image_332977]] Depois de um assalto em frente a uma escola particular de Santos, pais e responsáveis pelos alunos começaram a se preocupar com a segurança nos entornos da Avenida General Francisco Glicério, no bairro José Menino. De acordo com um representante, o problema com a criminalidade se estende há um tempo. O caso do roubo aconteceu próximo do colégio católico Liceu Santista - que atende alunos do berçário ao Ensino Médio - e, segundo a vítima, aconteceu no último dia 29 de janeiro. Ocasião em que dois homens a abordaram ameaçando estarem armados, e anunciaram o assalto. “Falaram que estavam armados e que iam me matar ali mesmo na frente dos meus filhos, que iam estourar a minha cabeça, que eu ia morrer e ficaram gritando para eu passar logo minha aliança, só que não estava saindo do dedo, e eles ficaram me ameaçando”, relembrou. De acordo com a mulher, a aliança foi o único pertence levado, porém ficaram sequelas. “Estou um pouco assustada, sem querer sair. Meu marido está tendo que ir comigo para deixar e pegar as crianças”. “Pedi apoio no Liceu, pois eu tremia muito, e tudo foi ali na frente mesmo. Pedi para entrar para me acalmar, e o porteiro disse que estava horrível essa situação, que já tinha acontecido umas três vezes no mesmo dia e eu era a quarta vítima. Ele não entrou em detalhes, e também não perguntei muita coisa já que já estava bem nervosa”, ressaltou. O representante dos pais disse que, anteriormente, alguns responsáveis se reuniram para solicitar um requerimento na escola para haver mais policiamento na região. Segundo ele, os pais estão todos muito assustados. EscolaO Liceu Santista, por meio de sua assessoria de imprensa, confirmou o caso e esclareceu que a vítima era uma moradora do bairro e que não é mãe de alunos. Também negou que a mulher tenha sido assaltada na frente da escola, mas sim na esquina da Rua Tupi com a Avenida Francisco Glicério. “Como estava com uma criança e mais um bebê no carrinho, e muito nervosa, nosso porteiro a acolheu e ela entrou no Liceu Santista. Chamamos nossa enfermeira para acalmá-la, e pouco tempo depois o marido veio buscá-la”, disse. A escola também negou que diversos assaltos estejam acontecendo com pais de alunos em frente à escola. Entretanto, ressaltou já ter solicitado reforço à Guarda Civil Municipal (GCM).