<div> <p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.427794" attr-version="policy:1.427794:1721766863" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.427794/Design sem nome (58).jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">Rafaella Lozzardo Silva, de 6 anos, caiu do 12° andar de um prédio de luxo em Praia Grande após ser deixada sozinha em apartamento; pai foi preso por abandono de incapaz resultante em morte - ele deixou a filha sozinha após sair para levar a namorada na casa dela e comprar cigarros numa adega (Reprodução/ Redes Sociais)</span></p> </div> <div> <div>Condenado a seis anos de prisão pelo crime de abandono de incapaz resultante em morte, o pai da menina de 6 anos que morreu depois de cair do 12° andar de um prédio de luxo em Praia Grande foi preso pela terceira vez. O novo mandado de prisão foi expedido em 13 de junho, sendo cumprido 12 dias depois (25 de junho).</div> <div> </div> <div><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9JSFuGehEFvhalgZ1n">Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp!</a> </div> <div> </div> <div> </div> <div>A menina Rafaella Lozzardo Silva, de 6 anos, que estava sozinha em casa, caiu do 12° andar do prédio que fica na Avenida Castelo Branco, no Canto do Forte, por volta das 3 horas de 11 de junho de 2022. A queda aconteceu depois de o pai (que na época tinha 40 anos) sair do apartamento para levar a namorada à casa dela e comprar cigarros numa adega. </div> <div>Na ocasião, o porteiro do prédio acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a polícia. As equipes encontraram o corpo da menina na laje da garagem. </div> <div> </div> <div><strong>Prisão e condenação</strong></div> <div>A sentença inicial determinava que o pai devia cumprir pena de cinco anos e quatro meses em regime aberto. A decisão foi tomada pelo 1° juiz da Vara Criminal de Praia Grande em 24 de agosto do ano passado. </div> <div>Mas, dois dias depois, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) entrou com um recurso de apelação da sentença. O MP pediu a majoração da pena-base e a prisão em regime inicialmente fechado, que poderia ser subsidiado para o regime semiaberto. </div> <div> </div> <div><strong>Aumento da pena </strong></div> <div>O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) deu provimento parcial ao recurso pedido pelo MP-SP em 16 de fevereiro deste ano, aumentando a pena do pai da criança para seis anos, dois meses e 20 dias de prisão e fixando o regime inicial em semiaberto. </div> <div> Após novos recursos - da defesa do condenado e do MP-SP -, a Justiça determinou a manutenção da decisão anterior. </div> <div> </div> <div><strong>Prisões </strong></div> <div>O pai da criança foi preso, pela primeira vez, no dia em que a menina caiu do 12° andar do prédio. Porém, foi liberado horas depois após audiência de custódia. Conforme apurado por <strong>A Tribuna</strong>, em 18 de novembro de 2022, o pai foi preso novamente por abandono de incapaz resultante em morte. Quem fez o pedido foi o MP-SP, que solicitou a prisão preventiva do acusado por causa de uma mudança de endereço dele. A alteração havia acontecido sem autorização prévia do juiz, descumprindo a medida cautelar que tinha sido imposta para conceder a liberdade provisória. </div> <div>Na sequência, o pai foi liberado pelo juiz numa audiência de instrução, que aconteceu em 25 de maio de 2023, após o acusado ficar 188 dias preso. Na ocasião, o magistrado revogou a prisão preventiva do réu. </div> <div> </div> <div>Em 13 de junho deste ano, novo mandado de prisão do réu foi expedido. O pedido só foi cumprido 12 dias depois.</div> </div>