O padre Jucelino de Oliveira, de 58 anos, foi preso na noite de sexta-feira (4) em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), o religioso é investigado pelo crime de estupro de vulnerável. A prisão ocorreu durante o cumprimento de um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Segundo o mandado de prisão, expedido pela 2ª Vara Criminal de Praia Grande, Jucelino teve a prisão temporária decretada pelo prazo de 30 dias. No documento, a Justiça também determinou medidas protetivas de urgência relacionadas ao caso. O padre está proibido de se aproximar a menos de 300 metros das pessoas protegidas pela decisão, de seus familiares e de testemunhas. O religioso também não pode manter contato, direta ou indiretamente, por telefone, aplicativos de mensagens, redes sociais, e-mail ou por meio de terceiros. A decisão ainda proíbe o investigado de frequentar locais regularmente frequentados pelas pessoas protegidas, incluindo residência, local de estudo e eventual local de trabalho. As medidas continuam válidas mesmo após o fim da prisão temporária, até uma nova decisão judicial. Em nota, a SSP-SP informou que o caso foi registrado como captura de procurado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Praia Grande. Também em nota, a Diocese de Santos informou que tomou conhecimento, na sexta-feira, do cumprimento do mandado de prisão temporária em desfavor do padre. "Confiamos no trabalho da Justiça para o esclarecimento dos fatos e reafirmamos que as providências canônicas cabíveis serão tomadas", escreveu.