Segundo Polícia Civil, Luan Henrique era suspeito de envolvimento na execução de um investigador de Praia Grande em 2014 (Reprodução e Arquivo/ Policia Civil) Luan Henrique Silva de Almeida, de 31 anos, procurado pela polícia pela morte do enteado de 8 anos, em São Vicente, no litoral de São Paulo, na sexta-feira (1º), também era suspeito de envolvimento na morte de um policial civil em Praia Grande, ocorrida há mais de dez anos. O homem, que havia fugido após a morte do enteado, foi executado neste sábado (2) por criminosos armados que interceptaram uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e atiraram na cabeça dele, que já havia sido baleado em uma residência de Praia Grande. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Conforme apurado com a Polícia Civil, Luan Henrique era suspeito de participar da morte do investigador Evandir Pedro de Alcântara, que trabalhava na Delegacia Sede de Praia Grande. O crime ocorreu em 6 de junho de 2014. Segundo informações do g1 Santos e Região publicadas na época, o investigador estava no seu carro, na Rua Otacília da Luz Brasil, próximo ao Bar do Sargento, no bairro Vila Mirim, quando foi baleado por tiros de fuzil. Testemunhas relataram que um veículo passou pela rua e os ocupantes efetuaram disparos em Evandir. De acordo com a polícia, o agente morreu no local. Segundo uma testemunha, os criminosos chegaram a se esconder na casa de moradores logo após o crime. Inicialmente, foi informado que o investigador estava dentro do carro quando foi executado com cinco tiros de fuzil. No entanto, após apuração, constatou-se que ele havia chegado a um bar e se sentado em uma das cadeiras do local. Evandir pediu um maço de cigarros e, pouco depois, um carro prata estacionou na via. Dois homens desceram do veículo e atiraram na direção do policial. O investigador foi atingido por cinco tiros e morreu na hora. O agente trabalhava na Delegacia Sede de Praia Grande e estava de folga no momento do crime. Ele tinha ido sozinho ao bar e, ao lado do corpo, foi encontrada uma garrafa de cerveja. Luan Henrique Silva de Almeida era padrasto de Arthur Kenay Andrade de Oliveira (Reprodução) Padrasto Luan Henrique é apontado como o principal investigado pela morte de Arthur Kenay Andrade de Oliveira, seu enteado de 8 anos, ocorrida na sexta-feira (1º). A Justiça havia decretado a prisão preventiva do padrasto após o menino dar entrada desacordado em Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cubatão e não resistir. O caso foi registrado como homicídio qualificado, com agravante por ter sido cometido contra menor de 14 anos. Imagens de câmeras de monitoramento mostram Luan Henrique deixando o apartamento da família, em São Vicente, carregando o menino desacordado nos ombros.