A caixa de concreto com a ossada de bebê foi achada em terreno de Itanhaém (GCM Itanhaém) Um par de luvas intacto estava junto com a ossada de bebê achada dentro de uma caixa de concreto na Avenida São Paulo, no bairro Tropical, em Itanhaém, no litoral de São Paulo, na terça-feira passada (28). A urna foi localizada em uma área de matagal da cidade da Baixada Santista. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O inspetor Irani Júnior, da Guarda Civil Municipal (GCM), relatou para A Tribuna que sua equipe foi acionada por um homem que roçava o mato de um terreno em frente ao seu estabelecimento. “Quando ele estava roçando, encontrou algo que chamou a atenção. Ele foi verificar e havia uma ossada. De imediato, ele ligou no 153, que é o telefone de emergência. A minha viatura foi até o local”. O inspetor da GCM isolou a área e comunicou a polícia do ocorrido. “Quando a perícia chegou e abriu a urna, eu fui até o local e verifiquei que as luvinhas estavam 90% intactas”. Segundo o inspetor, o perito disse que o crânio estava dividido e tinha um pouco de areia dentro da caixa. “Com o tempo, só ficaram os ossos e a luvinha permaneceu ali. Acredito nisso porque, segundo o perito, uma luva de tricô demora bastante tempo para se desfazer”. A Polícia Civil investiga o caso, registrado como morte suspeita e encontro de cadáver no 1° Distrito Policial (DP) da cidade da Baixada Santista. Histórico De acordo com o boletim de ocorrência, o guarda municipal compareceu à delegacia informando que foi acionado por uma testemunha que disse ter comprado recentemente um terreno no local. Ao realizar a limpeza da área, a pessoa encontrou uma caixa feita de concreto no meio do matagal. Ao abri-la, havia uma ossada que aparentemente pertencia a um bebê recém-nascido. A equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) foi até o local e constatou que as informações eram verdadeiras. Por isso, os agentes adotaram providências como isolamento e preservação do lugar. A perícia compareceu ao local e, posteriormente, a área foi liberada. Na sequência, a GCM apresentou na delegacia a caixa de concreto encontrada no terreno, que foi apreendida para análise. A ossada foi removida e encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) por intermédio da funerária Osan, para realização de exames necroscópicos e eventual coleta de material genético para exame de DNA, visando a identificação do bebê e o esclarecimento dos fatos.