[[legacy_image_279194]] Quatro pessoas, sendo duas da Baixada Santista, foram presas na manhã desta quarta-feira (5) durante a terceira fase da operação “Carga Pesada”, deflagrada pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itapeva, no interior de São Paulo, que cumpriu mandados de busca e apreensão em São Vicente, Cubatão, Itaberá e na Capital – na região de Itaquera. De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos fazem parte de uma quadrilha que furta e desvia cargas do Porto de Santos e revende para receptadores de diversas partes do Estado de São Paulo. Na Baixada Santista duas pessoas foram presas, uma em São Vicente e outra em Cubatão. Ainda segundo a Polícia Civil, ao longo das três fases da operação, 17 pessoas já foram presas. Na casa dos suspeitos também foram apreendidos diversos objetos, como celulares e documentos e além dos detidos, outras pessoas também foram conduzidas até o Palácio da Polícia de Santos para prestar esclarecimentos. [[legacy_image_279195]] Operação em SantosAinda na manhã desta quarta-feira (4), a Polícia Civil de Santos também iniciaou uma operação, mas para apurar a denúncia de que oficinas de veículos, no bairro do Macuco, estariam comercializando ou arrumando automóveis com peças paralelas, que podem ser de veículos roubados. Para a TV Tribuna, o delegado Fabiano Barbeiro, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de Santos, explicou que essa é a primeira parte da operação que vai investigar a procedência de peças utilizadas para o conserto de carros, que em algumas ocasiões, são fornecidas pelas seguradoras. “Nesse primeiro dia de fiscalização nós pegamos as peças sendo entregues por uma seguradora (a uma oficina) e detalhe, peças não genuínas (paralelas). O que resta agora é fazer uma análise, chamar os consumidores (donos dos carros em que as peças seriam instaladas) na delegacia, para saber se eles tinham ciência de que o reparo seria com essas peças. Se o consumidor não tiver esse conhecimento é passivo de apuração criminal e estaremos instaurando inquérito policial para apurar a responsabilidade das seguradoras e das oficinas”, explica o delegado.