Mulher e o filho de 2 anos foram resgatados por equipes da Guardiã Maria da Penha e levados para a delegacia de Cubatão (Secom Cubatão/ JMA) Uma mulher vítima de sequestro e violência doméstica foi resgatada pela Guardiã Maria da Penha em Cubatão, na Baixada Santista, após acionar o botão do pânico. O sequestrador, que é ex-companheiro da vítima, conseguiu fugir pela janela do imóvel em que ela estava no momento do salvamento. O filho da mulher também se encontrava no local e foi resgatado. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O salvamento da mulher aconteceu na região do Bolsão 7, na sexta-feira (17). Segundo a Secretaria de Segurança Pública e Cidadania da cidade, a equipe Guardiã Maria da Penha realizava patrulhamento quando foi informada de que o ex-companheiro de mulher assistida pelo programa foi até a casa da tia da vítima, na Vila Paulista. O homem teria abordado a mulher dentro do carro dela, ordenando que passasse para o banco do passageiro e fugiu dirigindo o veículo. Depois do acionamento do botão do pânico pela vítima, a central de monitoramento da Guarda Civil Municipal (GCM) identificou a localização via GPS da mulher e orientou as equipes até o endereço, que correspondia ao antigo domicílio do agressor, no Bolsão 7. No local, a mãe do homem se recusou a abrir a porta. Diante do risco à vítima, os agentes entraram no imóvel. Na ação, o agressor fugiu pela janela e não foi localizado. A mulher foi resgatada sem ferimentos aparentes e levada ao distrito policial. Seu filho, de 2 anos, também estava na casa na região do Bolsão 7. O comandante da GCM de Cubatão, Ricardo Alcaraz, destacou a atuação das equipes e a importância do botão do pânico: “Esse caso demonstra a importância do botão do pânico como ferramenta de proteção para mulheres com medida protetiva. A vítima conseguiu acionar o dispositivo e, a partir disso, nossas equipes chegaram rapidamente ao local e realizaram o resgate com segurança. A atuação integrada da central de monitoramento com a Patrulha Maria da Penha foi fundamental para evitar um desfecho mais grave”. O caso segue sob investigação das autoridades competentes. A Tribuna entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) e a Polícia Militar (PM) para mais informações do caso e do agressor, porém não obteve respostas até a publicação desta matéria.