[[legacy_image_203027]] Uma mulher de 31 anos foi presa no sábado (27) depois de confessar ter matado os dois filhos, uma menina de 10 anos e o mais novo, de 3. À polícia, ela disse que teve um 'surto' há cerca de 15 dias, e foi quando matou os dois e tentou se matar. Os exames estão sendo feitos, e ela pode responder por homicídio e ocultação de cadáver. O caso ocorreu em Guarapuava, no estado do Paraná. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo a polícia, os corpos foram encontrados em cima da cama. As investigações apontam que o irmão mais novo foi asfixiado com o próprio travesseiro. Ele foi encontrado virado para a parede. A menina ingeriu algum calmante e posteriormente enforcada com um fio ou cordão. A suspeita disse ter tido o surto há cerca de 15 dias, e que tentou se matar por várias vezes por não ter condições financeiras e psicológicas de cuidar das crianças, e que já iria se matar e os filhos não teriam com quem ficar. Um laudo pericial poderá confirmar, segundo a delegada que cuida do caso, se houve tentativa de suicídio conforme ela alega. O IML também deverá confirmar ou não os tipos de lesões causadas nos filhos. A delegada disse, ainda, que a mulher alegou que "estava muito cansada e não aguantava mais cuidar das crianças", e que o pai da menina é falecido e o do mais novo nunca foi participativo. Ele foi ouvido pela polícia, e relatou que, apesar de não manter convívio, paga a pensão do menino. Dias diferentesA mulher teria, segundo os relatos, cometido os crimes e permanecido dentro de casa com os corpos. Até que ligou a um advogado, e disse ter matados os filhos. Ao advogado, inclusive, ela disse ter cometido os crimes em dias diferentes. O caçula no dia 13, e a menina no dia 17. Essa possibilidade ainda está sendo apurada pelo IML. Caso seja comprovada a autoria dos crimes, a mulher deverá responder por dois homicídios qualificados e ocultação de cadáver. Ela foi levada para a Cadeia Pública de Pitanga, onde aguarda decisão da Justiça se responder ao crime em liberdade. A polícia segue investigando o caso. *com informações de uol e ricmais