[[legacy_image_285744]] O procurador-geral de Justiça, Mario Sarrubbo, destacou nesta quarta-feira (2) um dos promotores da força-tarefa instituída por ele para acompanhar as ações da Polícia Militar (PM) na Baixada Santista, para atuar exclusivamente da apuração de possível violação dos Direitos HUmanos nas operações que deixaram pelo menos 16 mortosaté esta quarta. A operação foi deflagrada após o assassinato do soldado da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) Patrick Bastos Reis, de 30 anos, em uma comunidade do Guarujá. Os promotores do Tribunal do Júri da Baixada Santista e do Grupo de Atuação Especial de Segurança Pública (Gaesp) apuram ainda em que circunstância o policial foi morto. Além disso, um promotor do Júri atua para esclarecer os ataques realizados em Santos contra umacabo e um soldado da PM, alvejados na última terça-feira (1). Esse ataque pode ter conexão com os acontecimentos em Guarujá. Além do Procedimento Investigatório Criminal (PIC) da esfera penal, que deve apurar como todas as mortes aconteceram, no campo da tutela coletiva, o Gaesp instaurou ainda um Procedimento Administrativo de Acompanhamento (PAA) sobre as investigações em todas as ocorrências. CrimeDois policiais militares da Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar) foram baleados por criminosos em Guarujá, litoral de São Paulo, na noite desta quinta-feira (27). O soldado Patrick Bastos Reis, de 30 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu. Outro agente ficou ferido. Operação EscudoLogo após o crime, os policiais iniciaram a 'Operação Escudo', com o intuito de capturar os responsáveis. Ao menos três criminosos foram indiciados por participação direta no assassinato. Entre eles estão os irmãos Erickson David, o 'Deivinho', de 28 anos, apontado como atirador, e Kauã da Silva, de 19. Kauã se entregou à polícia na madrugada de quarta-feira (2). O delegado Antonio Sucupira Neto, da Delegacia Sede de Guarujá, responsável pelas investigações, disse que Kauã é o último investigado do caso. Ele ficará à disposição da Justiça.