Thiago foi preso em flagrante e sua prisão foi convertida para preventiva (Reprodução e Reprodução/ Redes Sociais) A prisão em flagrante de Thiago Arruda Campos Rosas, de 32 anos, foi convertida em preventiva, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Ele responde criminalmente pela morte do cantor de pagode Adalto Mello, que foi atropelado enquanto voltava para casa na madrugada de domingo (29), em São Vicente. Horas antes do atropelamento, o indiciado publicou um vídeo em uma 'resenha de final de ano'. (Veja vídeo mais abaixo/ Créditos Reprodução) Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! Novas imagens do caso vieram à tona mostrando Thiago Arruda dizendo para pessoas ao redor, logo após a batida, que estava na reta e o motociclista na contramão. O sistema de monitoramento da Avenida Tupiniquins, no bairro Japuí, contrapõe essa versão. -Veja o vídeo (1.446085) Adalto Mello morreu dirigindo uma moto após ter sido atingido por trás pelo carro de Thiago. Durante o teste do etilômetro (popularmente conhecido como bafômetro), constatou-se que o indiciado estava com índice alto de álcool no corpo no momento da batida. A defesa dele foi procurada, mas não retornou até o momento. Nas redes sociais, Thiago ostentou horas antes do crime estar em uma confraternização de amigos regada a bebidas em uma cobertura. Outra nova imagem também constatou que outros três homens saíram do carro que o indiciado dirigia sob efeito de álcool e fugiram para lados distintos após o acidente. O story foi publicado nas redes sociais de Thiago horas antes da batida (Reprodução/Instagram e Reprodução) Entre os quatro ocupantes do carro, apenas Thiago ficou para responder criminalmente pelo caso. A prisão inicialmente em flagrante foi convertida para preventiva após a audiência de custódia. Em entrevista para A Tribuna, a família de Adalto Mello fez um apelo pela prisão dos demais envolvidos no crime. A irmã do pagodeiro, Jocasta Almeida, de 35 anos, pediu por Justiça e destacou que a comemoração dos envolvidos foi por conta de uma promoção que Thiago recebeu no trabalho. “Quatro delinquentes embriagados assassinaram o meu irmão na noite de ontem (domingo) por pura imprudência. Eles beberam a tarde toda”. “Meu irmão deu azar de encontrar esses malditos pelo meio do caminho. Os populares que estavam presentes seguraram o Thiago, porque ele também ia fugir e os demais saíram correndo para os cantos e foram embora. Eles fugiram, não foi culposo, foi doloso, eles assumiram o risco, todos embriagados antes de entrar dentro do carro”, diz a irmã da vítima.