[[legacy_image_280717]] Moradores de um prédio na Rua Panamá, no bairro Guilhermina, em Praia Grande, reclamam de insegurança após duas invasões apenas no mês de julho. Durante as ações criminosas, o portão foi arrombado e foram levadas bicicletas que estavam presas com correntes e cadeados dentro da garagem. (Veja em vídeo mais abaixo) A última invasão aconteceu na última segunda-feira (10) e a primeira no dia 2 de julho. Em entrevista para A Tribuna, uma moradora afirma que “não é novidade” que o bairro está sendo alvo de furtos e os moradores fizeram um abaixo-assinado por mais segurança no local. “Fizemos a solicitação de mais segurança. De lá para cá, só piorou. Foram dois dias no intervalo de uma semana. Na primeira vez foram levadas duas bicicletas à meia-noite e na segunda vez foram levadas outras quatro. A gente tem medo que façam algo contra os moradores”, relata. Durante a primeira ação criminosa, um casal entrou no prédio forçando o portão de entrada da garagem. Já na segunda, três homens entraram no edifício da mesma forma e uma mulher ficou aguardando do lado de fora. Imagens do sistema de monitoramento flagraram o crime. “A gente, como qualquer trabalhador, sai de manhã e volta à noite. Queremos mais segurança. Algumas ruas próximas também já sofreram desta mesma situação. Tememos pelo pior. Estamos providenciando as mudanças que podemos do lado de dentro, mas precisamos que resolvam do lado de fora também. É revoltante e triste”, diz. As imagens de monitoramento mostram a última ação criminosa dentro do prédio. Momento em que os três homens invadem o edifício e realizam o furto. A Prefeitura de Praia Grande informou, em nota, que a Guarda Civil Municipal (GCM) realiza rondas frequentes pelo bairro e conta ainda com o auxílio das rondas virtuais do Centro Integrado de Comando e Operações Especiais (Cicoe), reforçando que o Município possui câmeras instaladas em pontos estratégicos para auxiliar nesses casos. A Administração explica também que casos como esses precisam ser registrados com a Polícia Civil, relatadas para a Polícia Militar (PM) e pela GCM para auxiliar na análise de índices e locais de ocorrências com o intuito de direcionar os efetivos da melhor forma. Sobre o abaixo-assinado mencionado pela moradora, a Prefeitura esclarece que ainda não recebeu o documento.