Segundo a concessionária, o volume de energia recuperado nas três ações seria suficiente para abastecer 1.810 residências durante um mês (Divulgação/Neoenergia Elektro) Uma pousada, um mercado e uma mercearia foram flagrados furtando energia elétrica durante operações realizadas pela Neoenergia Elektro, com apoio da Polícia Civil e do Instituto de Criminalística do Estado de São Paulo, em cidades do litoral de São Paulo. As irregularidades foram identificadas em Peruíbe, Guarujá e Mongaguá, onde uma pessoa acabou presa em flagrante. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Segundo a concessionária, o volume de energia recuperado nas três ações seria suficiente para abastecer 1.810 residências durante um mês. A operação teve como foco o combate às ligações clandestinas e fraudes nos sistemas de medição de energia. A primeira fiscalização ocorreu na terça-feira (30), em uma pousada localizada no bairro Jaqueira, em Peruíbe. Após análises técnicas compartilhadas pela Neoenergia Elektro com a Polícia Civil, foi constatada a adulteração do sistema de medição de energia elétrica. De acordo com a concessionária, a energia desviada no local seria suficiente para abastecer 1.350 residências por 30 dias, beneficiando mais de 3,6 mil pessoas. Já na quarta-feira (1º), a operação chegou em Guarujá. Durante a fiscalização em um mercado no bairro Vila Santo Antônio, as equipes confirmaram o furto de energia. O volume recuperado no estabelecimento seria capaz de abastecer 260 residências por um mês. A terceira ação foi realizada na quinta-feira (2), em Mongaguá. Em uma mercearia localizada no bairro Vila São Paulo, técnicos identificaram uma ligação clandestina utilizada para abastecer o comércio. Uma pessoa foi presa em flagrante pela Polícia Civil durante a operação. Segundo a Neoenergia Elektro, a energia desviada nesse estabelecimento seria suficiente para atender cerca de 200 imóveis por 30 dias. Crime previsto no Código Penal A concessionária reforçou que o furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal. Além de colocar em risco a segurança de moradores e comerciantes, as ligações clandestinas podem provocar acidentes, incêndios, sobrecarga na rede elétrica e interrupções no fornecimento de energia. Conforme a legislação, os responsáveis por fraudes, furtos de energia ou adulteração de medidores podem responder criminalmente e cumprir pena que pode chegar a oito anos de reclusão.