As agressões aconteceram na Escola Municipal Vereador Felipe Avelino de Moraes, em Praia Grande (Divulgação/ Prefeitura de Praia Grande) Uma menina de 11 anos afirma ter sido agredida com socos por um colega de 14 anos dentro de sala de aula de uma escola municipal em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Segundo o boletim de ocorrência, no mesmo dia, os dois estudantes voltaram a trocar agressões em momentos em que não havia supervisão de um professor ou adulto responsável na sala. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! As agressões aconteceram na tarde de terça-feira (23), na Escola Municipal Vereador Felipe Avelino de Moraes, no bairro Caiçara, e foram registradas como lesão corporal no 3º Distrito Policial (DP) de Praia Grande. De acordo com o registro policial, a mãe da menina procurou a delegacia e informou que a filha foi agredida por outro aluno durante o período de aula. Segundo o relato, após uma discussão, o adolescente deu um soco no braço da menina, que revidou. Ainda conforme a mãe, os estudantes voltaram a se agredir fisicamente em outras duas ocasiões no mesmo dia. Segundo ela, as brigas aconteceram dentro da sala de aula quando não havia professor, nem qualquer outro adulto responsável acompanhando os alunos. A mãe disse que a menina já vinha sofrendo perseguições e provocações por parte do colega e não contou o que havia acontecido no dia da agressão por medo de novas represálias. Menina relatou ter sido agredida com socos em sala de aula de Praia Grande (Arquivo pessoal) Ainda segundo o boletim de ocorrência, a direção da escola informou à família que o aluno será suspenso e que, após o retorno das férias escolares, um conselho disciplinar decidirá quais medidas serão adotadas em relação à permanência do estudante na unidade. Para os policiais, a mãe relatou ainda que a filha está com medo de voltar à escola por receio de sofrer novas agressões do adolescente ou de colegas dele. Posicionamentos Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou que o caso foi registrado como lesão corporal pelo 3º DP de Praia Grande, que requisitou exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) para a menina. A Tribuna procurou a Prefeitura de Praia Grande para comentar sobre o caso, mas não houve resposta até a última atualização desta matéria.