[[legacy_image_356462]] Um homem suspeito de matar a ex-namorada e o pai dela a tiros foi preso num sítio no bairro Pascoval, em Miracatu, durante a madrugada desta segunda-feira (13). João Carlos de Oliveira Antunes, de 29 anos, é mecânico e teria matado a ex-namorada Yasmin Santos de Queiroz, de 25, e o funcionário público Francisco Xavier Marques de Queiroz, de 60, na noite de sexta-feira (11). Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! O crime ficou registrado como homicídio e feminicídio na delegacia da cidade e aconteceu na casa da família, na Rua Joaquim Pedroso, no Centro de Miracatu, na noite de sábado (11). De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o homem de 29 anos foi capturado no Sítio Oliveira, em Miracatu. Ele era procurado pela morte de pai e filha ocorrida na noite de sábado (11), na Rua Joaquim Pedroso. O caso foi registrado como captura de procurado na delegacia da cidade e o suspeito encaminhado à Cadeia Pública de Registro. O casoUm homem invadiu uma casa e matou a tiros um homem de 60 anos e uma jovem de 25, na Rua Joaquim Pedroso, no Centro de Miracatu, no Vale do Ribeira, por volta das 23h30 da noite deste sábado (11). Segundo a mãe da jovem, quem teria cometido o crime seria o ex-namorado da jovem, João Carlos de Oliveira Antunes, que matou sua filha e o pai dela enquanto os dois já estavam deitados. De acordo com o boletim de ocorrência, o bandido entrou no imóvel arrombando a porta da cozinha. Ao ouvir o barulho, o pai da jovem se levantou para ver o que estava acontecendo, quando deu de frente com o criminoso, que fez três disparos ao vê-lo, matando-o na hora. Depois, o bandido foi até o quarto da jovem, segurou-a contra uma porta de vidro e deu três tiros, atingindo-a fatalmente. A Polícia Civil pediu a prisão temporária de João Carlos após o crime. Ele foi encontrado por PMs que faziam patrulhamento em um sítio no bairro Pascoval, por volta de 1h30 da madruga desta segunda-feira (13), e foi conduzido à delegacia. Segundo o delegado Carlos Eduardo Eiras Alves, que cuida do caso, João Oliveira está preso e vai ser indiciado por feminicídio, homicídio qualificado e descumprimento de medida protetiva de urgência.