A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) confirmou a soltura de MC Urubuzinho (Redes sociais/ MC Urubuzinho e Redes sociais) A defesa do cantor de funk MC Urubuzinho, de 39 anos, informou que ele foi colocado em liberdade após o término do prazo da prisão temporária decretada no curso das investigações sobre disparos de arma de fogo em um baile funk no Morro São Bento, em Santos, no litoral de São Paulo. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Segundo a nota assinada pelas advogadas de MC Urubuzinho, a prisão teve caráter exclusivamente cautelar e investigativo, sem representar qualquer condenação. De acordo com a defesa, a medida possui prazo determinado e, por isso, foi automaticamente encerrada na segunda-feira (13), quando ocorreu a soltura. Ainda conforme a defesa, o cantor estava recolhido na Penitenciária 1 (P1) de São Vicente e já se encontra em liberdade, permanecendo à disposição da Justiça para o andamento do processo. A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) confirmou a soltura. Em nota, informou que o preso é egresso da Penitenciária I de São Vicente desde segunda-feira (13), em razão de alvará de soltura concedido pela Justiça. As advogadas de MC Urubuzinho destacam que a prisão temporária não implica em reconhecimento de culpa ou responsabilidade definitiva, sendo utilizada apenas para auxiliar as investigações. Por esse motivo, segundo a defesa, não há necessidade de expedição de alvará ao final do prazo. Por fim, a defesa afirma que todos os esclarecimentos serão prestados no momento oportuno, dentro de processo legal. Relembre o caso MC Urubuzinho havia sido preso durante as investigações conduzidas pela Polícia Civil sobre disparos de arma de fogo registrados durante um baile funk realizado no Carnaval, em 15 de fevereiro, no Morro São Bento, em Santos. A apuração teve início após a circulação de vídeos nas redes sociais que mostram participantes efetuando tiros para o alto em meio ao público, além de haver menções a facções criminosas durante o evento. O caso segue sob investigação da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), vinculada à Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Santos, que busca identificar todos os envolvidos e esclarecer a dinâmica dos fatos.