[[legacy_image_289312]] Apontado como membro do Primeiro Comando da Capital (PCC), maior facção criminosa do Brasil, um homem de 31 anos, preso em Guarujá, litoral de São Paulo, no último domingo (13), é investigado pelo assassinato de um paciente dentro do Hospital Santo Amaro (HSA). O crime aconteceu em abril do ano passado. Na ocasião, o paciente, identificado como Gilianderson dos Santos, de 37 anos, estava em uma cadeira de rodas. Dois criminosos entraram na unidade e executaram a vítima com tiros. Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP-SP), o homem capturado tem os apelidos de Pato e Patinho, e é tido como o "disciplina" (matador) da facção, sendo responsável por assassinar pessoas as quais os criminosos ordenem. Para a Polícia Civil, ele teria sido o autor dos disparos que mataram Gilianderson. Patinho estava foragido desde setembro de 2021, após receber o benefício de saída temporária, a popular "saidinha". Operação Escudo A prisão do membro do PCC ocorreu no bairro Pae Cará, distrito de Vicente de Carvalho. No imóvel, os policiais encontraram uma pistola 9mm, 21 munições e três carregadores. A captura foi feita por equipes do 5º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), responsável pelo patrulhamento em Barueri (SP). O grupo é um dos que vieram à Baixada Santista para a Operação Escudo. A mobilização começou em 28 de julho, um dia após a morte do soldado Patrick Bastos Reis, que integrava a Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota). Ele foi assassinado na Vila Júlia, em Guarujá. O objetivo da operação passa por capturar os responsáveis pelo crime, o que já ocorreu, e atuar no combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado. As ações devem permanecer, pelo menos, até o fim de agosto.