[[legacy_image_179649]] A Capitania dos Portos abriu inquérito administrativo para investigar o acidente envolvendo uma catraia e uma lancha na travessia entre Santos e Vicente de Carvalho, em Guarujá. Segundo a Marinha do Brasil, foi confirmada a existência de um ferido na batida entre as duas embarcações, que ocorreu na última sexta-feira (27).A intenção é apurar as causas e os responsáveis. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O acidente envolveu, por volta das 16h30 de sexta, a catraia Oriente VIII e uma embarcação LS-04 do Departamento Hidroviário de São Paulo (DH). Ambas transportam passageiros entre os dois lados. “(A lancha) bateu na catraia e saiu sem emitir sinal sonoro. Meu irmão caiu na água. Eles não deram assistência nenhuma, bateram e seguiram com a viagem. Os catraieiros, mesmos certos, prestaram todo atendimento”, afirmou Suelle Tamires, irmã do homem ferido. Segundo ela, o acidente causou o deslocamento do ombro de seu irmão, que aguarda consulta de ortopedista para prosseguir com tratamento, e a embarcação do DH não prestou socorro. Em nota, a Capitania dos Portos disse que "uma passageira" reclamou de dores nas costas após o choque e foi encaminhada ao Hospital Santo Amaro, em Guarujá, onde realizou exames e foi liberada em seguida. A Tribunaapurou que um passageiro da catraia que perdeu dois celulares, os aparelhos caíram no mar devido à colisão. O Departamento Hidroviário informou que continuou normalmente após averiguar que não haviam feridos em sua embarcação, um protocolo próprio. Também alegou que o motorista no comando da navegação está há bastante tempo exercendo sua função. O DH informou, também em nota, que iniciará apuração interna e afirmou que, “segundo as normas de navegação segura, a embarcação de maior porte têm preferência no deslocamento, entretanto, a batida ocorreu mesmo após o comandante da lancha alertar a Catraia com sinais sonoros”.