[[legacy_image_258530]] Um adolescente, de 13 anos, foi identificado na tarde de quinta-feira (6) como o segundo autor de novas ameaças de ataques à Escola Estadual Professora Magali Alonso, que fica na Praia Grande. O suposto massacre foi anunciado nas redes sociais e um outro envolvido, de 14, já havia sido encontrado na quarta-feira (5) após investigações. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Policiais do 1° Distrito Policial de Praia Grande atuam no caso e, no último dia 5, encontraram um simulacro de arma de brinquedo confeccionado de forma artesanal na casa do adolescente de 14 anos. Além disso, foram apreendidos desenhos de soldado e tanque de guerra com símbolo da suástica nazista. De acordo com a Polícia Civil, o adolescente foi questionado sobre as ameaças de massacre e afirmou que tudo não “passou de uma brincadeira”. Após esta apreensão, os policiais tomaram conhecimento de que uma nova mensagem de ameaça contra alunos e funcionários da escola havia sido postada nas redes sociais. A corporação informou que, depois do conhecimento dos fatos, uma equipe foi até o local para realizar diligências e acabou identificando o aluno responsável pela nova postagem. Em seguida, os pais e o próprio adolescente foram levados à unidade policial para as providências de Polícia Judiciária. Os aparelhos celulares dos dois menores supostamente envolvidos foram apreendidos para investigação e perícia. Ainda segundo a Polícia Civil, eles foram ouvidos sobre as ameaças e liberados mediante apresentação junto à Vara da Infância e Juventude de Praia Grande. Com imagens e xingamentos, a ameaça de massacre aconteceu na noite desta terça-feira (4). Um perfil no Instagram, nomeado de 234kkill, publicou: “Alunos otários vão pagar com a vida”. Em seguida, uma foto de uma arma foi atrelada nos stories junto à frase “Tá até destravada”. A Polícia Militar (PM) afirmou que, desde a meia-noite de terça-feira(4), havia recebido chamados de alunos e familiares falando que viram ou receberam as mensagens do suposto ataque à escola estadual. A Secretaria Estadual da Educação (Seduc) disse que, assim que soube da ameaça, a gestão tomou providências imediatas para tranquilizar a comunidade escolar, para garantir a segurança de alunos, professores e funcionários sem interromper aulas. “As autoridades de segurança pública foram comunicadas”, diz a secretaria em nota. Dirigentes de ensino e autoridades policiais atuam em todas as regiões do estado para conscientizar comunidades escolares e identificar qualquer tipo de ameaça de massacre contra alunos. Ainda segundo a Seduc, as escolas da rede estadual estão atentas aos comportamentos dos estudantes e continuam atuando com a escuta ativa e mediação, buscando solucionar os conflitos identificados para evitar casos como este. “Periodicamente, a equipe CONVIVA SP - Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar – promove encontros formativos junto aos COE (Coordenador de Organização Escolar) cujas pautas são voltadas à promoção da cultura da paz, à valorização da vida e à mediação de conflitos”, conclui. A Tribuna procurou a Prefeitura de Praia Grande para um posicionamento sobre o caso, porém não obteve retorno até a publicação desta matéria. Leia mais em: Perfis misteriosos incitam massacres em escolas do litoral de SP: 'Me aguardem' Estudantes não vão à escola e mães relatam medo após ameaça de massacre no litoral de SP Aluno de 14 anos é identificado como autor de ameaças de massacre em escola do litoral de SP Após ameaças de massacre, estudante é encontrado com faca dentro de escola no litoral de SP