Em um dos endereços vistoriados, os policiais localizaram aproximadamente 150 botijões de gás armazenados sem comprovação de origem (Reprodução/TV Tribuna) A Polícia Civil realizou a primeira fase da Operação Take Over para desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias eletrônicas, furto qualificado, associação criminosa e lavagem de dinheiro no litoral de São Paulo. Conduzida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos, a ação cumpriu 16 mandados de busca e apreensão em Santos, Guarujá e Cubatão, na última quarta-feira (16). A operação resultou no bloqueio de R\$ 122 mil em bens ligados aos investigados, além da apreensão de botijões de gás sem comprovação de origem. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com as investigações, os criminosos acessavam dados e informações para abrir contas bancárias clandestinas em nome de terceiros. As investigações apontam que o grupo movimentou cerca de R\$ 8 milhões ao longo dos últimos dois anos. O dinheiro, identificado com o suporte da fintech Mercado Pago, passou pelas contas de pelo menos 13 suspeitos de integrar o esquema na Baixada Santista. A DIG efetuou duas prisões. Em um dos endereços, os policiais localizaram aproximadamente 150 botijões de gás armazenados sem comprovação de origem. Como o responsável pelo imóvel não soube justificar a procedência do material comercializado no local, acabou sendo preso em flagrante. O segundo indivíduo foi capturado após descumprir uma medida protetiva de urgência expedida pela Justiça. As investigações prosseguem para encontrar mais suspeitos. Em nota oficial, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) confirmou o cumprimento de uma das medidas cautelares de busca no bairro Jardim Cunhambebe, em Guarujá. Na residência, um homem de 41 anos recebeu os policiais civis, que encontraram joias, balanças de precisão, detectores de metais, reagentes químicos e valores em espécie. Todo o material localizado na casa do investigado foi formalmente apreendido para análise pericial. A ocorrência foi apresentada e registrada na 1ª Delegacia de Polícia de Investigações Gerais (DIG) do Deinter-6.