<div style="clear:both;"> <div style="clear:both;"> <p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.434827" attr-version="policy:1.434827:1726855169" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.434827/Design sem nome - 2024-09-20T145050.345.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">Caso aconteceu dentro da sala de aula da EE Professor Emídio José Pinheiro, no bairro Santa Rosa, em Guarujá (Reprodução/Redes Sociais)</span></p> <p paraeid="{03a53365-d73e-42fd-8af5-86f386e5acb7}{72}" paraid="125286971"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Uma mãe registrou um boletim de ocorrência alegando que seu filho de 9 anos </span>foi agredido pela professora na Escola Estadual Professor Emídio José Pinheiro, no Bairro Santa Rosa, em Guarujá. Ela também diz que não é a primeira vez que a docente implica com o aluno. Procurada, a Secretaria de Educação (Seduc) do Estado afirma que, com base em imagens das câmeras de segurança, não foram constadas agressões.</p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{03a53365-d73e-42fd-8af5-86f386e5acb7}{84}" paraid="1354091645"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A mãe do menino conversou com A Tribuna e deu mais detalhes sobre o que aconteceu.</span> Conforme o registro, a confusão aconteceu às 16h30 do dia 11 de setembro.</p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{03a53365-d73e-42fd-8af5-86f386e5acb7}{90}" paraid="2069734060"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Segundo</span> ela, seu filho nunca foi uma criança tranquila e calma na escola e por conta disso, ela foi chamada na escola algumas vezes. "O que acontece, já depois que saíram os eventuais professores, porque não tinha professor fixo, essa professora chegou na escola, na sala do meu filho. E aí começou, ele ficou mais agitado com ela, com a presença dela. Ela não é muito compreensiva da parte dele, ele reclama de algumas coisas e não dá atenção da forma que deveria dar”, relata. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{03a53365-d73e-42fd-8af5-86f386e5acb7}{104}" paraid="1204631057"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A mãe conta</span> que o aluno está sendo avaliado por médicos por conta do seu comportamento e, além disso, houve um episódio que a professora o tocou de forma indevida "A professora já tinha tocado nele de forma indevida. E tinha segurado ele pelo queixo. Forçado na frente da turma toda da sala. E a gente está falando de crianças entre 8 a 9 anos da terceira série. Levou para frente da sala e ficou: ‘Porque ele é um bebezinho, ele é um bebezinho’. Ridicularizando, humilhando-o na frente dos colegas”, conta. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{03a53365-d73e-42fd-8af5-86f386e5acb7}{138}" paraid="617944698"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Apesar disso, a mãe alega que </span>não veio uma notificação para ela comparecer a escola. “Eu fui até lá. Conversar com o diretor junto com ela. Ela assumiu que ela tinha feito isso, que ela foi errada de ter feito isso”, alega. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{03a53365-d73e-42fd-8af5-86f386e5acb7}{210}" paraid="1693331384"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A mãe conversou com a professora sobre o comportamento agressivo. “E</span>u fui chamada na escola algumas vezes por conta dessa agressividade dele. Teve um episódio onde ele estava. Eu fui chamada porque ele fez uma cartinha dos amigos que estavam fazendo bullying com ele dentro de sala de aula”, comenta. Segundo ela, seu filho fez uma lista dos meninos ‘malvados’ da sala e fez uma espécie de ameaça. A direção acabou descobrindo por que o estudante colocou o próprio nome dele no papel. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{03a53365-d73e-42fd-8af5-86f386e5acb7}{228}" paraid="870838801"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Em resposta, a mãe defendeu o filho dizendo que </span>ele estava sendo ofendido com xingamento e humilhações dentro da sala de aula. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{03a53365-d73e-42fd-8af5-86f386e5acb7}{234}" paraid="1641264964"><strong><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Dia da agressão</span> </strong><br /> <span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Na quarta-feira do dia 11, </span>a mãe chegou em casa depois do trabalho. Seu filho foi imediatamente até ela e relatou o que tinha acontecido. “Ele falou mãe, eu estava sentado na segunda fileira com um amiguinho. Um coleguinha meu estava na quarta, quinta fileira mexendo comigo e jogou uma coisa em mim. Eu respondi pra professora que ele tinha jogado algo em mim e a professora não fez nada. Então eu revidei e joguei nele. E ficou aquele joga-joga...Então generalizou uma bagunça dentro da sala de aula, porque outros alunos se envolveram. Só que ela viu que começou pelo meu filho. Então ela pediu que meu filho se retirasse de sala de aula”, diz. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{cc9cd771-3f5a-4699-8fdb-44fa1d192d1c}{3}" paraid="706878513"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A mãe relembra que a professora pegou pelo ele pelo braço direito, na parte do antebraço e começou a puxá-lo para fora sala da aula. </span>Porém, o alunou se negou e ficou resistindo ao puxão da professora. Neste momento, a mãe também alega que a professora começou a humilhá-lo na frente dos colegas, dizendo que ele era o aluno que mais atrapalhava a sala. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{8d3da926-0f28-4a3a-b637-6aec15ea5d47}{129}" paraid="1594945245" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR"><strong>Carta</strong><br /> Após a confusão, a mãe foi </span>chamada e a vice-diretora da escola escreveu uma carta relatando o acontecimento. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{a9276e0c-52da-4f09-a526-4dbe48062c38}{128}" paraid="1971981156" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">“A Sra. (mãe) compareceu à escola para questionar a pos</span>tura da professora, regente da turma, em relação ao seu filho. A Sra. relatou que seu filho ficou na responsabilidade de entregar um bilhete emitido pela professora para ela, porém ele rasgou enquanto estava dentro do transporte escolar. Ao chegar em casa, o aluno contou para sua mãe que a professora, em um momento da aula, pediu que ele se retirasse da sala. Ele relutou e não saiu. Segundo o aluno, a professora o 'puxou' pelo braço, insistentemente, machucando-o. Ele disse que reagiu e também machucou o braço dela. Ainda, segundo o estudante, ela disse que ele iria sair, sim, e pegou ele pela camiseta. O aluno relatou, ainda, que a professora fazia perguntas para a turma da seguinte forma: 'Quem é o aluno que atrapalha a aula', 'Quem é o aluno que não obedece?' e outras coisas que a Sra. (mãe), no momento não lembra e preferiu não mencionar. Segundo a mãe, o filho se sente constrangido, pois sempre é colocado como o culpado de tudo. A Sra. Relatou ainda que o aluno assumiu os erros dele e que, em momento algum, negou o que fez. Eu, vice-diretora, informei a mãe que iria repassar a situação para o diretor, tendo em vista que ele está acompanhando a situação e está a par de todo o contexto que antecipa este relato”. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{de6fe574-d129-4c1f-91ed-81b05b3c32c8}{51}" paraid="1504261186" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A mãe disse ainda que a professora está atualmente afastada por motivos médicos</span> desde semana passada. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{abce5ba0-3541-4527-961c-28766e210efc}{206}" paraid="372771923" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR"><strong>Seduc</strong><br /> A Secretaria de Educação (Seduc) do Estado, informou </span>que a Diretoria de Ensino Santos repudia qualquer tipo de violência dentro ou fora do ambiente escolar. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{954225ff-7741-400f-bbe2-d1d1a28f8cd0}{38}" paraid="1346397833" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A Diret</span>oria contou que ao ser informada sobre o caso, a direção da unidade imediatamente iniciou uma apuração preliminar interna e recuperou as imagens nas câmeras de segurança, onde não foram constadas agressões. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{b9611729-662d-4dcc-8ca0-fc0cd1bb3765}{24}" paraid="215309783" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">O caso foi inserido no aplicativo do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva) e a equipe do programa acompanha a escola para realização de ações e projetos de cultura da paz. </span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{b9611729-662d-4dcc-8ca0-fc0cd1bb3765}{39}" paraid="1415616442" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Eles disseram ainda que a direção da escola fica à disposição da comunidade escolar para mais esclarecimentos.</span> </p> </div> </div>