No laboratório do PCC em Guarujá, foram encontrados tonéis, panelas e tampas metálicas (Divulgação/ Polícia Civil) Um laboratório de drogas utilizado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) foi fechado pela Polícia Civil na terça-feira (14) no bairro Vila Zilda, em Guarujá, no litoral de São Paulo. A ação é desdobramento da investigação sobre o desaparecimento da jovem Maria Eduarda Cordeiro da Silva, de 20 anos, que teria sido executada pela facção criminosa no tribunal do crime. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Segundo apurado por A Tribuna, o imóvel funcionava em uma residência de dois andares localizada no meio de uma comunidade e cercada por outras casas, na Rua Nova Esperança. O laboratório seria administrado por um homem conhecido como “Pit”, apontado como integrante do PCC, preso em 19 de fevereiro por envolvimento no desaparecimento de Maria Eduarda. No local, os policiais encontraram diversos galões com produtos químicos, além de um fuzil. Apesar de não haver drogas prontas no momento da ação, havia vestígios de entorpecentes nos tonéis. A perícia foi acionada e constatou, preliminarmente, que o espaço era utilizado para o refino de cocaína e produção de crack. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou que também foram localizadas panelas e tampas metálicas, 34 engradados com produtos químicos líquidos e um caderno com anotações. A ocorrência foi registrada como tráfico de drogas na 3ª Delegacia de Homicídios da Delegacia de Investigações Criminais (Deic) de Santos, responsável por investigar o caso.