[[legacy_image_285424]] A pedido da Polícia Civil, a Justiça decretou a prisão temporária de mais um suspeito de participar da morte de um policial militar da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) na última quinta-feira (27), em Guarujá, litoral de São Paulo. Trata-se de Kauan, de 19 anos, irmão deErickson David da Silva, o Deivinho, apontado como o 'matador' do PM.O anúncio foi feito pelo secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, na tarde desta terça-feira (1º) durante uma coletiva de imprensa em Santos. (Veja em vídeo mais abaixo) Erickson David da Silva, de 28 anos, ou Deivinho, se entregou para a polícia no domingo (30) e teve sua prisão temporária mantida na última segunda-feira (31). Ele foi apontado como um dos atiradores que matou e feriu os agentes da elite da Polícia Militar (PM). Outros dois envolvidos no crime foram presos e agora o irmão de Erickson deve ser o próximo. Kauan é apontado como o quarto envolvido. Derrite afirma que o esforço dos agentes agora é para prender o suspeito. Ele é considerado o olheiro de uma organização criminosa. De acordo com o secretário, os outros envolvidos já estão presos em locais distintos. Imagens retiradas das redes sociais de Kauan mostram o suspeito no local onde foram feitos os disparos contra o soldado Patrick Bastos Reis, que morreu na última quinta-feira (27) na Comunidade Vila Júlia. Os vídeos publicados pelo suspeito assumem a atividade criminosa e mostram o rapaz armado. O que se sabe até agora:A morte do soldado militar Patrick Bastos Reis, de 30 anos, na quinta-feira, 27, no Guarujá, no litoral do Estado de São Paulo, desencadeou uma grande operação policial nos últimos dias para encontrar os suspeitos envolvidos no crime. Participaram da ação 600 agentes de equipes especializadas das polícias Civil e Militar do litoral de São Paulo. Alvos de tiros, Reis e o cabo Fabiano Oliveira Marin Alfaya foram baleados durante patrulhamento. Reis foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Alfaya foi atendido e permaneceu em observação na sexta-feira, 28. Nesta segunda-feira, 31, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que a operação da Polícia Militar no Guarujá ao longo do fim de semana deixou oito pessoas mortas. Anteriormente, o governo falava em três óbitos. Questionado sobre denúncias da população local, o governador disse que "não houve excesso". "Houve atuação profissional que resultou em prisões e vamos continuar com as operações."