[[legacy_image_90427]] Foi condenado a 16 anos de prisão, em sistema fechado, o operador de telemarketing Luiz Felipe de Oliveira Galdino, de 25 anos. Ele foi a júri popular por matar a facadas o auxiliar administrativo Bruno Botelho Vieira, de 23 anos. O crime foimotivado por ciúmes após o rompimento de um relacionamento triplo em que vivia com a vítima e com a jovem Inaê Barreto Rodrigues. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Galdino foi condenado a 18 anos pelo homicídio, mas teve redução de pena por ter confessado o crime. A sessão do julgamento por homicídio qualificado aconteceu de forma híbrida, teve início às 13h de quarta-feira (11), e terminou por volta de 0h30 desta quinta-feira (12). A decisão de júri popular foi tomada em 2020 pelo juiz Alexandre Betini, da Vara do Júri e Execuções do Foro de Santos. Galdino está preso desde 2019, e permanecerá para o cumprimento da pena. Relembre o caso O crime ocorreu em 3 de julho de 2019, por volta da 1h, no Conjunto Dale Coutinho, bairro Castelo, em Santos, local onde residia o trisal. Segundo Inaê, a intenção era de permanecer com relacionamento apenas com a vítima. O término da relação com Galdino ocorreu, segundo ela, no dia anterior, o que teria gerado ciúme e motivou o operador de telemarketing a cometer o homicídio. A Polícia Militar apreendeu a faca no local do crime. Vieira foi socorrido, mas faleceu no Plantão de Pronto Atendimento (PPA) da Santa Casa de Santos. Pouco depois da ambulância levar o homem esfaqueado, Galdino retornou e confessou aos policiais, que ainda estavam no local do crime, ter desferido os golpes de faca na vítima. Tal ato acabou reduzindo em 2 anos a pena total, conforme julgamento encerrado na madrugada desta quinta-feira (12).