Luiz Gustavo morreu após sofrer um acidente de moto quando ia ao mercado com a esposa em São Vicente (Reprodução/ Redes sociais e Reprodução) Luiz Gustavo Barbosa da Silva, de 25 anos, morreu após a motocicleta que pilotava colidir de frente com outra moto em um cruzamento do bairro Samaritá, em São Vicente, no litoral de São Paulo. A família do motociclista afirma que o outro condutor agiu com imprudência, não prestou assistência e cobra Justiça, alegando que nenhuma medida foi tomada contra ele. A esposa de Luiz Gustavo, que estava com ele no momento do acidente, também se machucou. (Veja vídeo mais abaixo) Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Imagens obtidas por A Tribuna mostram o momento da colisão entre as motocicletas e os envolvidos sendo arremessados dos veículos. O acidente ocorreu no cruzamento da Rua Bahia com a Rua Piaçabussu, por volta das 22h15 de sábado (21). Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), consta no boletim de ocorrência que os condutores colidiram no cruzamento após não conseguirem frear. Luiz Gustavo chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. A esposa dele, de 26 anos, que estava na garupa da moto, sofreu escoriações leves. O outro motociclista envolvido, de 21 anos, não teve ferimentos graves. O caso foi registrado como homicídio culposo e lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, além de morte suspeita, na Delegacia de Polícia de São Vicente. A SSP-SP afirma que as investigações prosseguem para esclarecer a dinâmica do acidente. -Acidente fatal São Vicente (1.507401) Relato da esposa Mariana Pereira de Jesus Teodósio diz que, no sábado, saiu de casa com o marido para ir ao mercado. “Na volta, ao chegarmos a um cruzamento, paramos a moto normalmente", conta. Segundo a mulher, tudo ocorreu rapidamente. "Em questão de segundos, uma outra moto surgiu em alta velocidade e nos atingiu com muita força. Não houve tempo de reação. Eu me lembro apenas de um clarão e do impacto. Depois disso, minhas lembranças são fragmentadas. Foi um momento de desespero, e infelizmente meu esposo não resistiu aos ferimentos”, lamenta. De acordo com Mariana, inicialmente o caso foi tratado como morte suspeita. No entanto, como vítima e esposa, diz buscar Justiça, pois, em sua avaliação, não se trata de um simples acidente. “Houve imprudência. A pessoa que nos atingiu estava em alta velocidade e tirou a vida do meu esposo. A dor é imensurável. Além de perder o companheiro da minha vida, ficou um filho de apenas 1 ano e 8 meses sem o pai”. Ela espera que haja responsabilização. “Nada vai trazer meu esposo de volta, mas eu preciso de justiça”. Outro motociclista A Tribuna não conseguiu localizar o contato do outro motociclista, mas o espaço segue aberto para manifestações.