Maria Eduarda desapareceu em 2 de janeiro, após passar o Réveillon em Guarujá. Investigação aponta que ela ostentava fotos de armas de fogo, usava símbolos e fazia menções ao Comando Vermelho em sua rede sociais (Reprodução/ Redes sociais) Maria Eduarda Cordeiro da Silva, a jovem de 20 anos que foi morta em Guarujá, no litoral de São Paulo, no 'tribunal do crime' do Primeiro Comando da Capital (PCC), acusada de intergrar a facção Comando Vermelho (PC), teria sido sequestrada durante um churrasco na cidade da Baixada Santista no início de janeiro. A informação foi confirmada pela Polícia Civil. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Conforme apurado por A Tribuna, Maria Eduarda estava no churrasco junto com um casal que foi preso suspeito de envolvimento na sua morte. Apesar da polícia concluir que ela foi executada, seu corpo ainda não foi encontrado. A investigação aponta que Maria Eduarda foi executada no 'tribunal do crime', porque teria sido 'condenada à morte' por suspeita de integrar a facção rival do Primeiro Comando da Capital (PCC): o Comando Vermelho (CV). Relatos de testemunhas, análise de registros e ligações telefônicas e as publicações de Maria Eduarda na internet levaram à possível motivação do crime. Segundo a Polícia Civil, ela ostentava fotos de armas de fogo, usava símbolos e fazia menções ao CV em sua rede sociais. Maria Eduarda se mudou de Curitiba (PR) para Guarujá cerca de três meses antes do desaparecimento. Ela passou a morar na Baixada Santista com o namorado e o último contato da família com ela ocorreu na tarde de 2 de janeiro deste ano. No dia seguinte, a mãe recebeu mensagens de um número desconhecido informando que a filha e o namorado teriam sido levados para um morro da região sob acusação de envolvimento com o CV. Dias depois, o namorado entrou em contato com a família dizendo que havia sido liberado, mas que Maria Eduarda teria permanecido sob poder do grupo. Presos Foram presos três homens, de 19, 24 e 28 anos, e uma mulher, de 21, acusados de participação na execução de Maria Eduarda. Segundo a Polícia Civil, entre os detidos estão um integrante de facção criminosa apontado como envolvido na morte da jovem, um motorista de aplicativo que teria transportado suspeitos até o Paraná, e casal acusado de ajudar a retirar e descartar pertences de Maria Eduarda, numa tentativa de dificultar a investigação.