[[legacy_image_72110]] A jornalista de 43 anos atacada com violento golpe de faca na mão direita em uma rua do Marapé, no entorno da cracolândia do Orquidário, recebeu alta do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, por volta das 10h30 deste sábado (18). Uma pessoa ligada à jornalista disse que houve "êxito" na cirurgia. Segundo a mesma fonte, que voltava de carro para Santos com a vítima, na semana que vem, ela retornará ao Sírio-Libanês para reavaliação médica. Embora à Polícia Civil tenha sido comunicado que a jornalista teve decepados os dedos anelar, médio e mínimo da mão direita, sofrendo ainda lesão no indicador, a fonte minimizou as consequências do ataque. "O dedo médio está íntegro. Houve ferimentos graves no indicador e anelar. Só foi perdido um pedaço do dedo mínimo e se tentará colocar uma prótese", afirma a fonte. Cinto de segurança Bastante abalada, a vítima não tem condições de conversar sobre o ocorrido, segundo a pessoa que a acompanhava do Hospital Sírio-Libanês a Santos. Porém, a fonte destacou como a vítima reagiu logo após o ataque do assaltante. "Ela usou o cinto de segurança como torniquete para estancar o sangramento. Apesar de ferida, conseguiu dirigir o carro até a Santa Casa de Santos". A jornalista foi abordada logo após entrar em seu carro, por volta das 20 horas de quinta-feira. O veículo estava estacionado próximo à casa de um parente, de onde ela havia saído. Armado de faca, um ladrão entrou de forma abrupta pelo lado do passageiro, rendeu a vítima e exigiu que ela dirigisse até a Linha Amarela, em São Vicente. Durante o percurso, o bandido passou as mãos nos seios da mulher sobre a roupa. Com medo de sofrer algo mais grave, a vítima reagiu e o criminoso a golpeou na mão com a faca. O assaltante fugiu levando o celular e R\$ 2 mil da jornalista. Ele ainda não foi identificado. Esclarecer a autoria do crime é ponto de honra para a Polícia Civil. Após a fuga do marginal, a vítima dirigiu seu carro até a Santa Casa, onde recebeu os primeiros socorros antes de ser transferida ao Sírio-Libanês.