[[legacy_image_285495]] Apontado como o quarto envolvido na morte do policial Patrick Bastos Reis, em Guarujá, Kauã da Silva, de 19 anos, se entregou à polícia na madrugada desta quarta-feira (2), em Santos. Ele é irmão de Erickson David da Silva, suspeito de ter atirado contra o PM, e que também está preso. Kauã estava com a prisão temporária, válida por 30 dias, decretada pela Justiça. Segundo apurado por A Tribuna, ele se apresentou na delegacia, acompanhado do advogado, para prestar sua versão sobre os fatos. Como já havia um mandado de prisão, ele acabou capturado. A decretação da prisão de Kauã foi informada nesta terça (1º), pelo secretário estadual de Segurança Pública, Guilherme Derrite, durante entrevista coletiva na Baixada Santista. Após a captura, Kauã deve passar por audiência de custódia ainda nesta quarta-feira. Morte de PM em Guarujá Kauã é apontado como um dos quatro envolvidos na morte do soldado Patrick Bastos Reis, que integrava a Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota). O agente foi baleado na noite de quinta-feira (27), quando fazia patrulhamento com outros policiais na comunidade Vila Zilda, em Guarujá. Outro PM levou um tiro na mão e sobreviveu. Além de Kauã, os outros três suspeitos estão presos. Entre eles o irmão, Erickson David, de 28 anos. Apontado como o atirador, Erickson teria feito o disparo com uma pistola 9mm de uma distância entre 50 e 70 metros. Operação na Baixada Santista Depois da morte do soldado Reis, uma megaoperação, denominada Escudo, foi iniciada em Guarujá. Com reforço de 600 agentes policiais, as ações tinham como finalidade a captura dos responsáveis pelo assassinato e o combate ao crime organizado. A previsão das autoridades estaduais é de que a operação dure 30 dias, mesmo com a captura dos suspeitos. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-SP), durante a Operação Escudo, 32 suspeitos já foram presos. A pasta também afirma que 20,3 quilos de drogas e 11 armas foram apreendidos. [[legacy_image_285503]]