[[legacy_image_179763]] A irmã da diarista Jacileia Alves Pereira, de 32 anos, que foi morta e teve o corpo jogado no mangue em Bertioga, no litoral de São Paulo, segue sem acreditar no crime. A vítima teve o corpo coberto por lama em uma área atrás da casa dela, a menos de 50 metros da moradia. O autor do crime e a motivação ainda são desconhecidos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios Em entrevista para A Tribuna, a atendente Evely Letícia Alves Pereira, de 23 anos, relembrou a boa relação que tinha com Jacileia e que segue sem imaginar quem possa ter cometido tamanha crueldade. "Estamos sem acreditar ainda que isso aconteceu com uma pessoa como ela, da forma brutal que foi ( o assassinato). A gente fica sem entender o motivo disso. Ela sempre foi uma pessoa calma, alegre, amiga e sorridente, que fazia de tudo, mesmo que não estivesse no alcance dela", disse Evely. A moradora de Bertioga recorda a importância de Jacileia como irmã mais velha, já que o pai e a mãe já faleceram. "Somos em dez filhos. Ela ajudou a guiar todos nós. Ela sempre foi uma pessoa muito trabalhadora". Relembre o crimeJacileia Alves estava desaparecida desde quarta-feira (25). O corpo dela foi encontrado por vizinhos na quinta (26), em uma área de mangue atrás da casa onde ela morava, no bairro Sítio São Joao. O vigia José Alves, de 28 anos, irmão de Jacileia, disse para A Tribuna que, ao encontrar o corpo, notou marcas na cabeça da vítima e olhos inchados, que podem ter sido provocados por golpes. InvestigaçãoO caso foi registrado como homicídio pela Delegacia de Bertioga. As investigações prosseguem com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).