Câmeras de monitoramento ajudaram a identificar as envolvidas no crime (Reprodução) A Polícia Civil prendeu uma mulher, de 20 anos, e apreendeu a irmã dela, uma adolescente, de 16, na última sexta-feira (13) por serem suspeitas de envolvimento na morte de um idoso, de 70 anos, em uma pousada de Itanhaém, no litoral de São Paulo. De acordo com as informações fornecidas pela corporação, as jovens roubaram mais de R\$ 7 mil do homem, que era empresário e dono do estabelecimento onde foi morto. A vítima foi encontrada com marcas de agressão na cabeça. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com a Polícia Civil, os agentes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itanhaém analisaram as imagens das câmeras de monitoramento e começaram a investigar as suspeitas pelas redes sociais. O crime ocorreu na madrugada do último dia 6, no bairro Cibratel I. A corporação afirmou que a Guarda Civil Municipal (GCM) teve papel essencial nesta ocorrência, fornecendo as imagens das câmeras de segurança. Com isso, foi possível ver que uma das suspeitas chegou ao estabelecimento utilizando um carro de aplicativo. Com base nas evidências obtidas pelas autoridades, os investigadores identificaram e capturaram a mulher e a adolescente. Durante a análise do extrato bancário da vítima, os agentes verificaram que havia transferências de R\$ 7.750,00 para as contas das investigadas logo após o crime. Segundo a Polícia Civil, as duas confessaram o crime, alegando legítima defesa e acusando o idoso de ter cometido assédio contra uma delas. Roupas usadas pela dupla no dia do crime foram apreendidas (Divulgação/Polícia Civil) Na residência das mulheres, foram encontradas as roupas que elas vestiam no dia do crime. Por fim, a corporação afirmou que a operação foi concluída e que o latrocínio está totalmente esclarecido. Metodologia utilizada Para identificar as mulheres, a Polícia Civil afirmou que utilizou a metodologia “Círculo Concêntrico Digital”. Nela, foram utilizadas técnicas avançadas de análise de câmeras de segurança e monitoramento de redes sociais. Segundo os agentes, esse método foi essencial para compreender a dinâmica do crime e os relacionamentos da vítima, permitindo um mapeamento preciso dos movimentos e das interações sociais da vítima.