Ele foi localizado por meio de um cumprimento de mandado de prisão temporária (Reprodução) Um homem indigena, de 32 anos, foi preso temporariamente após ser apontado como suspeito de estuprar duas meninas de 11 anos em duas aldeias do Litoral de São Paulo, sendo que uma das vítimas ficou grávida. Ele foi localizado por meio de um cumprimento de mandado de prisão temporária, realizado na manhã de sexta-feira (7), na Avenida São Paulo, em Mongaguá. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Conforme apurado por A Tribuna, o primeiro crime ocorreu em agosto de 2021, em uma aldeia de Mongaguá. A menina, de 11 anos e de etnia guarani, também teria sido estuprada pelo padrasto, de 44 anos. Na época, um indigenista especializado representante da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e um professor de uma escola estadual, teriam sido informados do crime por meio do cacique da aldeia. Após o crime, a menina apresentou suspeita de gravidez e fez um exame na Secretaria Especial de Atenção à Saúde Indígena, que testou positivo. Ela também foi encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML). Ainda conforme apurado, a polícia iniciou um trabalho de campo e investigações para identificar e localizar o suspeito. Neste processo, foi constatado que ele estaria morando em outra aldeia, em Itariri. Nesta aldeia, o suspeito também teria estuprado uma outra criança, de 11 anos. Ele teria alegado à polícia que foi procurado pelas crianças para ter relações sexuais. O suspeito estava com mandado de prisão temporária expedido pela 2º Vara da Comarca de Mongaguá desde o dia 13 de maio. Após ser capturado, ele foi levado para o Pronto-Socorro Central para exames de praxe. Posteriormente, foi determinado seu encaminhamento para a carceragem, a fim de que permaneça à disposição da justiça. SSP A Tribuna solicitou mais informações à Secretaria Estadual da Segurança Pública, que enviou a seguinte nota: Um homem foi capturado na manhã deste sábado (7), na Avenida São Paulo, no Jardim Aguapeú, em Mongaguá. Policiais civis deram cumprimento a um mandado de prisão temporária em desfavor do homem, que permanece à disposição da justiça. O caso foi registrado como captura de procurado na Delegacia de Mongaguá.