[[legacy_image_178193]] O Governo do Distrito Federal (GDF) foi condenando pela morte de um idoso de 90 anos que faleceu após outro paciente desligar os aparelhos respiratórios. Arlindo Gomes de Araújo estava internado no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) na ala de Covid do hospital, após passar mal dentro de casa em junho de 2020. A certidão de óbito apontou como causa da morte “insuficiência respiratória aguda”, com suspeita de Covid-19. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! “O paciente estava com quadro de dificuldades respiratórias, mas não tinha suspeita de Covid”, aponta o advogado da família, Renato Araújo. “Por ser questão respiratória, ele precisava ficar ligado aos aparelhos. Quando tirava o oxigênio, ele piorava”. Assim que o corpo do idoso chegou no Instituto Médico Legal (IML), a família soube que uma investigação havia sido iniciada pela Polícia Civil do DF (PCDF), e que os aparelhos os quais do idoso estava conectado teriam sido desligados por outro paciente, de 78 anos. Segundo relatos do paciente suspeito de desligar os aparelhos, ele havia “constatado que os pacientes não necessitariam mais do respirador mecânico, em virtude de estarem bem”. Em entrevista, uma médica de plantão afirmou que dois aparelhos respiratórios haviam sido desligados da tomada. Um estava funcionando com a bateria auxiliar, mas o segundo, a bateria estava descarregada. Segundo a equipe médica, o paciente que confessou ter desligado os aparelhos vinha dando trabalho. O homem também acabou falecendo. *Com informações de Metrópoles