[[legacy_image_245896]] Um homem, de 35 anos, foi preso em flagrante após tentar sequestrar um menino de 12 anos na manhã desta sexta-feira (10), na beira da praia da Avenida Presidente Castelo Branco, no Maracanã, em Praia Grande. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo a Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP), às 6h47, o homem tentou raptar a criança, mas foi contido por testemunhas. Apesar do susto, a vítima foi salva sem ferimentos e devolvida para a mãe. Segundo a Polícia Militar (PM), uma equipe fazia patrulhamento na região quando foi informada que, pela Avenida Presidente Castelo Branco, em direção à faixa arenosa, um homem teria puxado uma criança. Além disso, os agentes foram informados que populares que viram a situação detiveram o suspeito. Os policiais foram até o local e viram o autor imobilizado no chão. Em seguida, colheram as versões das testemunhas e entenderam que estavam diante de uma tentativa de sequestro. Ainda de acordo com PM, a ocorrência foi apresentada na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Praia Grande, onde foi dado ciência à autoridade de plantão e, em seguida, direcionada para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). A autoridade policial presente na unidade ratificou a voz de prisão. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), ele foi preso por sequestro e cárcere privado. Em nota, o advogado do suspeito, Charles Cabral, disse que seu cliente é funcionário público e exerce a atividade de técnico em enfermagem. Lamentavelmente, o mesmo já foi diagnosticado como portador de esquizofrenia, sensível a surtos psiquiátricos. E, desde o ano passado vem sendo internado compulsoriamente em estabelecimentos hospitalares adequados que acompanham a evolução do seu tratamento. Atualmente, ele está sendo medicado e acompanhado pelo setor de psiquiatria do hospital do servidor público estadual. No dia do ocorrido, ainda segundo a nota, o acusado estava em surto psiquiátrico, provavelmente ocasionado pela falta da medicação que necessita tomar diariamente. "Ele conseguiu ir para a rua sem um acompanhante de sua família e por conta do surto, provavelmente confundiu a criança (suposta vítima) com seu filho, já que tem um filho da mesma idade e ao que tudo indica, tentava levar o mesmo para a praia. Portanto, todas as acusações que lhe foram imputadas são totalmente descabidas e serão cabalmente demonstradas no decorrer do processo".