[[legacy_image_307193]] Um homem, de 68 anos, confessou ter agredido e dado golpes de foice em um outro homem, de 56 anos, na tarde da última terça-feira (24), na Rua Hélio Borba Vita, no bairro Jardim Laranjeira, em Itanhaém, litoral de São Paulo. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), a vítima conhecia o acusado "de vista" e foi até a casa dele pedir alguns peixes. Entretanto, o acusado se recusou a fornecer os peixes. A vítima, então, disse que levaria pertences da casa. Diante do ocorrido, o idoso de 68 anos pegou uma foice que estava guardada em sua casa e golpeou outro homem. Ainda em relato à Polícia Civil, o agressor conta que a vítima saiu para o quintal da casa e outras pessoas, que ele afirma não conhecer, vieram agredi-la. A Polícia Militar (PM) foi acionada e chegando ao local viu que a vítima estava sendo socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A médica que atendeu a vítima relatou aos PMs que o homem estava com ferimento no tórax, fraturas expostas nos dois braços, ferimento no olho direito e com uma ruptura no tendão da mão esquerda. Além disso, o homem também apresentava uma lesão na região cervical direita e tinha perfurações no ombro esquerdo. Ele foi atendido com certo grau de consciência, porém ‘balbuciava’ palavras. Devido a gravidade do estado de saúde, ele foi encaminhado ao Hospital Irmã Dulce, em Praia Grande. O acusado foi preso em flagrante e a autoridade policial entendeu que não houve legítima defesa. No registro policial é descrito que “muito embora o conduzido, no seu entender, tivesse agido para proteger o próprio patrimônio, é evidente pelas lesões narradas que há uma desproporcionalidade realizada" por ele. O acusado também não deu detalhes sobre o que a vítima ameaçou levar. O crime foi registrado como tentativa de homicídio na Delegacia Seccional de Itanhaém. O agressor teve prisão preventiva decretada. À Reportagem, na tarde desta quinta-feira (26), uma fonte da Polícia Civil disse que a última atualização médica, apontava que o estado de saúde da vítima ainda era grave.