Companheiro de Katiana, suspeito pelo crime, foi detido horas depois do assassinato e levado pela GCM até a CPJ de Praia Grande (Reprodução/ Instagram e Marcela Damore/ TV Tribuna) O suspeito de matar a tiros a companheira, a cuidadora de idosos Katiana de Oliveira Santos, de 40 anos, foi preso em Praia Grande, no litoral de São Paulo, horas depois do crime, neste sábado (7). Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Conforme noticiado por A Tribuna, a vítima foi morta a tiros na manhã deste sábado (7), na Rua Edila Amazonina Rodrigues Santos, no bairro Vila Sônia. Segundo a Prefeitura de Praia Grande, o suspeito fugiu utilizando a moto da vítima. A Guarda Civil Municipal (GCM) da cidade da Baixada Santista atuando em conjunto com a Polícia Militar (PM) cadastrou a placa da moto e utilizou as câmeras de monitoramento da Prefeitura para localizar o homem. A abordagem foi feita na Avenida Presidente Kennedy com a Rua Ernesto Vergara. O suspeito foi preso e encaminhado para a Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Praia Grande, onde o caso está sendo registrado. Encontro da vítima A PM foi acionada para a ocorrência por volta das 9h40. No local, os policiais encontraram a mulher atingida por disparos de arma de fogo. O lugar foi preservado para os trabalhos da perícia. Fim do relacionamento A TV Tribuna apurou no local do crime que Katiana morava na casa com o companheiro, que foi preso neste sábado (7), há cerca de um ano e meio. Segundo os vizinhos, não existia histórico de brigas entre os dois, mas a cuidadora de idosos decidiu dar fim ao relacionamento há três dias por ciúmes. Com essa decisão, ela teria começado a receber ameaças do parceiro, que dizia que tiraria a vida dela. De acordo com moradores do local, nesta manhã o homem teria chegado de moto e atirado em Katiana dentro da casa. A cuidadora de idosos saiu do imóvel baleada e entrou na residência de uma vizinha pedindo socorro. A moradora contou que o homem entrou na casa dela e efetuou mais dois disparos em Katiana antes de fugir. A Tribuna entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), para mais informações, e aguarda retorno.