Foi elaborado um Termo Circunstanciado contra o homem pelo crime de falsa comunicação de crime ou contravenção (Reprodução) A Polícia Civil concluiu que era falsa a denúncia de sequestro de um caminhoneiro que teria ocorrido em Cubatão, na Baixada Santista. O homem, de 54 anos, passou a ser investigado por falsa comunicação de crime após as apurações apontarem que ele não foi vítima de sequestro, roubo ou qualquer outro delito. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O caso ganhou repercussão no dia 23 de maio, quando veículos de comunicação da região divulgaram o relato de que o caminhoneiro teria sido sequestrado no dia 17 daquele mês, por volta das 13h30, enquanto caminhava pelo Centro de Cubatão em direção ao local onde seu caminhão estaria estacionado. Segundo a versão apresentada inicialmente, o caminhoneiro teria permanecido em cárcere por três dias e sido libertado posteriormente no Centro de Santos, no litoral de São Paulo. Ainda de acordo com o relato, os supostos criminosos teriam levado apenas R\$ 1,5 mil e devolvido o telefone celular da vítima ao final da ação. No entanto, a Polícia Civil informou que as circunstâncias narradas levantaram suspeitas durante a investigação. De acordo com a corporação, foram identificadas diversas contradições nas declarações prestadas pelo homem. Diante disso, o Setor de Investigações da 1ª Delegacia de Polícia de Cubatão foi direcionado para verificar detalhadamente as informações fornecidas pelo caminhoneiro. Os policiais realizaram buscas em campo, analisaram imagens de câmeras de monitoramento e reconstruíram os deslocamentos realizados pelo homem, junto a outras medidas investigativas. Falsa comunicação de crime Após a apuração, a Polícia Civil concluiu que o suposto sequestro não ocorreu. Segundo a corporação, ficou constatado que o caminhoneiro não foi vítima de roubo, sequestro ou qualquer outro crime. Com base no resultado das investigações, foi elaborado um Termo Circunstanciado contra o homem pelo crime de falsa comunicação de crime ou contravenção. O caso segue sob análise das autoridades competentes. A ocorrência foi conduzida pelo delegado titutar do Distrito Policial (DP) Sede e 1º DP de Cubatão, Fernando Henrique Faria.