Homem é preso por crime ambiental após ser flagrado em área desmatada de Praia Grande

Suspeito era responsável por duas construções subnormais em fase de conclusão no bairro Ribeirópolis

Por: Por ATribuna.com.br  -  19/01/21  -  09:20
O responsável pelas construções estava no local e acabou sendo detido e encaminhado ao 2º DP
O responsável pelas construções estava no local e acabou sendo detido e encaminhado ao 2º DP   Foto: Divulgação/Prefeitura de Praia Grande

Um homem foi preso suspeito de crime ambiental, nesta segunda-feira (18), após ser flagrado em uma área desmatada, no bairro Ribeirópolis, em Praia Grande.


Clique e Assine A Tribuna por apenas R$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços!


Segundo informações da Guarda Civil Municipal (GCM), durante um patrulhamento, uma equipe do Setor Ambiental conseguiu identificar uma área desmatada, com cerca de 1.600m², e duas construções subnormais em fase de conclusão. As duas áreas tinham acesso pela Av. Maria Fernandes Stivaletti.


O responsável pelas construções estava no local e acabou sendo detido e encaminhado ao 2º DP da Cidade onde foi autuado por impedir ou dificultar a regeneração natural de florestas e demais formas de vegetação (artigo 48 da Lei de Crimes Ambientais - 9.605/1998), que prevê pena de detenção de seis meses a um ano, e multa.


De acordo com o inspetor do Setor Ambiental, Fábio Rogério Marques, as áreas que recebem atenção especial são aquelas de interesse ecológico onde a intervenção só é possível atendendo às regras de licenciamento do órgão ambiental competente. “São áreas mais vulneráveis onde a ocupação irregular, da forma com que o homem destrói e ocupa o seu espaço, seja qual for o motivo, compromete a sua qualidade de vida, segurança e atinge um bem relevante para a sociedade como um todo”.


A Secretaria de Serviços Urbanos também foi acionada e providenciou a remoção do material assim que o local foi periciado e liberado. Denúncias sobre desmatamento de áreas ou descarte irregular de resíduos da construção civil podem ser feitas pelos telefones 199 e 153.


Logo A Tribuna