Kayra Kamilly, de 33 anos, foi encontrada morta dentro de um terreno baldio na Rua Cláudio dos Santos, em Guarujá (Reprodução/ Redes sociais e Reprodução) Um homem de 45 anos foi preso, na sexta-feira (4), acusado de participar da morte de uma mulher trans em Guarujá, no litoral de São Paulo. O corpo da vítima, Kayra Kamilly, foi encontrado em um terreno baldio da cidade dias antes, em avançado estado de decomposição. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Após o encontro do cadáver, em 27 de agosto, policiais civis da 3ª Delegacia de Homicídios de Santos, chefiada pelo delegado Thiago Bonametti, iniciaram as investigações para identificar a vítima, que estava sem documentos. Posteriormente, Kayra foi identificada, e os agentes apuraram que ela esteve na companhia de um homem na madrugada de alguns dias antes de o corpo ser encontrado. Com base nas informações obtidas na investigação, a Polícia Civil representou pela prisão temporária do suspeito, que foi deferida pela Justiça. Nesta sexta-feira (4), os policiais localizaram e prenderam o homem. Durante a ação, também foram encontradas roupas que aparecem nas imagens de câmeras de segurança. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), o investigado foi localizado em seu local de trabalho e não ofereceu resistência. Durante as buscas em um imóvel ligado ao homem, os policiais apreenderam uma motocicleta, um celular, um capacete, quatro camisas e três bermudas. A motocicleta foi encaminhada para perícia. O homem foi conduzido à 3ª Delegacia de Homicídios do Deic (Deinter 6), onde permaneceu à disposição da Justiça. Sinais de violência Kayra Kamilly, de 33 anos, foi encontrada morta na tarde de 27 de agosto, dentro de um terreno baldio na Rua Cláudio dos Santos, no bairro Jardim Três Marias, em Guarujá. O corpo estava em estado de decomposição e apresentava sinais de violência. Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados após uma denúncia de encontro de cadáver. No local, os agentes acharam a vítima com um ferimento na região da cabeça, indicando um possível sinal de esmagamento. Inicialmente, não havia documentos ou objetos que possibilitassem a identificação da mulher. De acordo com a SSP-SP, a perícia foi acionada, e o caso foi registrado na Delegacia Sede de Guarujá. A unidade acionou a Delegacia de Homicídios da 3ª Deic, responsável pela investigação.