Ex-conselheiro de causa LGBTQIA+ teria pedido sexo oral a menor dentro do banheiro de shopping em Santos (Arquivo pessoal) A Polícia Civil concluiu o inquérito e indiciou um ativista pela tentativa de estupro de um vulnerável, no caso um adolescente de 13 anos em Santos. A delegada Déborah Lázaro, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), responsável pelo caso, confirmou a informação para A Tribuna e observou que o material foi encaminhado para o Poder Judiciário. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O caso aconteceu em junho deste ano, no banheiro de um shopping do Gonzaga, em Santos. O acusado, um homem de 24 anos que atua como ativista da causa LGBTQIA+, teria ‘convidado’ o garoto a fazer sexo oral nele. Segundo a delegada, há relatos de outras vítimas do suspeito. "Conseguimos uma testemunha que também já havia sido aliciada por esse rapaz, mas é um homem adulto. Ouvimos ainda o chefe da segurança do shopping, os policiais militares que estiveram no shopping. E as imagens foram encaminhadas para o fórum", afirma Debórah. A delegada frisou que, nesse caso, por se tratar de um menino de 13 anos, o medo do assediador poderia tê-lo levado a ceder à investida e, por isso, a ocorrência foi considerada como tentativa de estupro de vulnerável. Antes de o inquérito ser enviado ao Ministério Público, o ativista indiciado foi com seu advogado à DDM de Santos. No depoimento, o acusado e sua defesa apresentaram alguns documentos e negaram que houve o crime. Além disso, o homem contou estar sendo ameaçado pela população. Acusado de oferecer sexo oral a adolescente foi indiciado após delegada da DDM entender que houve tentativa de estupro de vulnerável (Arquivo pessoal e Nirley Sena/ Arquivo/ AT) Caso Um adolescente de 13 anos alega ter sido assediado sexualmente por um conselheiro da causa LGBTQIA+ no banheiro de um shopping do Gonzaga, em Santos, no dia 6 de junho. O suspeito por tentativa de estupro de vulnerável teria perguntado para o menor se poderia fazer sexo oral nele. A mãe do garoto, Talita Santos, contou que o filho falou ‘eita’ na cabine do banheiro ao fechar a porta com força e isso ter causado um barulho muito alto. Nesse momento, o homem apareceu e chamou o menor para conversar. “Ele o imitou, então meu filho falou oxe? Como tivesse perguntado quem é. Foi aí que o homem perguntou se podia fazer um b****** nele”, explicou a mãe. Talita também falou que ficou sabendo do abuso depois que o filho saiu do banheiro e falou o que tinha acontecido. Ela chamou os seguranças do shopping e esperou o homem sair. O conselheiro foi levado para a delegacia, onde ele e o adolescente foram ouvidos. Depois, o homem foi solto e liberado. Por conta do ocorrido, segundo a mãe, o adolescente demostrou desconforto em falar sobre a situação, e por isso, ela evitou conversar sobre o assunto com ele.