[[legacy_image_239709]] O homem de 18 anos apontado como responsável por acender um rojão que matou uma mulher, de 38, em Praia Grande, na virada do ano, prestou depoimento à Polícia Civil e confessou o ato praticado. Ele foi ouvido no inquérito, mas não teve, até o momento, a prisão decretada pela Justiça. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O delegado Alex Mendonça do Nascimento, do 1º Distrito Policial (DP) de Praia Grande, explica que o suspeito foi localizado em São Paulo, após a polícia encontrar o carro usado por ele e mais três pessoas no dia dos fatos. "Ele confessou (ter acendido o rojão), mas disse que foi uma fatalidade, que não era a intenção dele atingir a vítima. Indiciamos ele por homicídio doloso, lesão corporal dolosa, devido ao primo da vítima que também foi ferido, e pelo crime de explosão", explicou Mendonça em entrevista para A Tribuna. Os fogos de artifício, que têm a comercialização proibida em Praia Grande, foram adquiridos em São Paulo. De acordo com o delegado, os outros três envolvidos responderão pelo crime de explosão, mas não tiveram a prisão pedida pela Polícia Civil. A corporação pediu ao Poder Judiciário a prisão do autor, mas o mandado não foi expedido até o momento. Ele segue respondendo em liberdade. Relembre o casoUma mulher de 38 anos morreu ao ficar com um rojão preso no corpo em Praia Grande, no bairro Mirim, na virada do ano. O artefato explodiu depois de atingi-la. A vítima foi atingida na região do tórax. Além do caso em Praia Grande, um morador de Bertioga, também no Réveillon, ficou ferido na perna ao ser atingido de raspão por um fogo de artifício.