[[legacy_image_262592]] O homem, de 18 anos, teria matado o próprio pai, de 46, a marteladas na cabeça na manhã desta segunda-feira (25) por conta de divergências religiosas. O crime aconteceu em um apartamento na Avenida Marechal Mallet, no bairro Canto do Forte, em Praia Grande. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar (PM) foi chamada para o local e se deparou com a porta entreaberta. O corpo do sindicalista Marcio Ferreira Viana de Sousa se encontrava no chão, coberto por um lençol. A cabeça do homem tinha múltiplas lesões e o local estava com bastante sangue, mas o apartamento em si estava vazio. Alguns moradores relataram que, naquele apartamento, morava apenas a vítima e o seu filho e contaram também ter ouvido brigas durante a noite e que continuou pela manhã. Além disso, também ouviram barulhos de algo batendo na parede somado a gritos de que quem passasse por ali iria morrer. Ainda de acordo com o b.o, foi quando às 06h26 a briga ficou mais forte. Depois de 33 minutos, segundo o porteiro do prédio, o filho da vítima, João Victor Ferreira Viana de Sousa saiu carregando uma mochila e uma sacola. Após o encontro do corpo, uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) compareceu no local e a morte foi constatada. Por conta disso, as informações do suspeito foram repassadas e ele foi localizado em alguns lugares da Cidade, sendo abordado por um agente. Durante a abordagem do suspeito, nada de ilícito foi encontrado. O policial militar disse que, quando questionado sobre o crime, o filho contou friamente que teria matado o próprio pai, pois ele “merecia morrer”. Já na autoridade policial, o suspeito se declarou cristão e reforçou que estava lendo a bíblia quando seu pai chegou bêbado pela manhã, por ter passado a noite em uma festa. Segundo o boletim, a situação teria causado uma fúria do acusado, fazendo com que aplicasse na vítima um golpe conhecido como “mata leão”, o jogou no chão e começou a dar as marteladas na cabeça. Após a prisão, o irmão do indiciado foi até a delegacia e ficou ciente da captura. O caso foi registrado pela Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Praia Grande.