O caso é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Peruíbe (Divulgação/ Polícia Civil) Um servidor público municipal de 64 anos foi preso temporariamente sob suspeita de estupro de vulnerável, de uma menina de 10 anos encontrada morta dentro da própria casa, em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Israel dos Santos, que já foi candidato a vereador no município da Baixada Santista, é o terceiro preso no decorrer da investigação. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A prisão ocorreu na manhã de quarta-feira (16). O mandado de prisão temporária havia sido expedido pela Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Peruíbe. Israel não apresentou resistência durante a abordagem e, segundo o boletim de ocorrência, não houve necessidade do uso de algemas O caso é conduzido pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Peruíbe, sob responsabilidade da delegada Izabela Coelho Fernandes. Terceira prisão Antes da captura do servidor, outras duas pessoas já haviam sido presas temporariamente no decorrer das investigações: a mãe da menina e um homem de 74 anos que mantinha relação com a família. Eles são investigados por suspeitas relacionadas a estupro de vulnerável e favorecimento à prostituição. Os nomes da mãe e do idoso de 74 anos, assim como a identidade da criança, são preservados para evitar a exposição do irmão da vítima. Com a prisão de Israel, a investigação passa a ter três pessoas detidas temporariamente. Menina foi encontrada pelo irmão A morte que deu origem à investigação aconteceu no início de agosto. A menina, de 10 anos, foi encontrada sem vida pelo próprio irmão dentro da residência da família. Segundo o registro policial do caso, a criança estava no quarto com uma coleira de cachorro presa ao pescoço. A ocorrência foi inicialmente registrada como morte suspeita. Durante as primeiras apurações, porém, foram identificadas lesões que levantaram a possibilidade de a menina ter sofrido violência sexual antes da morte. A delegada Izabela Coelho Fernandes, responsável pelo caso, afirmou anteriormente que exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) reforçaram os indícios de abuso sexual sofrido pela criança. A Polícia Civil prossegue com a investigação para esclarecer as circunstâncias da violência sofrida pela menina e da morte dela.