[[legacy_image_207176]] A defesa do procurador Demétrius Oliveira de Macedo, de 34 anos, teve seu pedido negado pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP). . A solicitação para que a prisão preventiva fosse convertida em internação provisória foi indeferida nesta terça-feira (13). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Demétrius foi preso após espancar a chefe, Gabriela Monteiro de Barros, dentro da Prefeitura de Registro, no Vale do Ribeira, no dia 20 de junho. O laudo elaborado pelo psiquiatra forense Guido Palomba concluiu que o procurador sofre de esquizofrenia paranoide (tem alucinações) e que, por isso, necessitaria ser internado em um local adequado. O profissional foi contratado pela defesa. Com isso, o advogado, Marco Antônio Modesto, pediu que o magistrado encaminhasse o réu a um hospital psiquiátrico particular de indicação da família, ou que fosse internado a hospital de custódia e tratamento psiquiátrico do Estado. De acordo com a TV Tribuna, o juiz Raphael Ernane Neves mencionou a “necessidade de avaliação da perícia oficial e de colheita do parecer do assistente médico da acusação”. Ele afirmou, ainda, que “considera inadequado tomar conclusivo o parecer apresentado pela defesa, por mais que o trabalho tenha se revelado ‘profundo e causador de reflexão’”. O magistrado acrescentou, também, que “não se revela suficientemente provada a condição de saúde mental de Demétrius para fins de aplicação da substituição da prisão preventiva pela internação provisória”. Relembre o caso Demétrius foi preso por espancar a chefe em Registro. A confusão foi filmada e repercutiu nas redes sociais.Além das agressões, o procurador também xingou a vítima por várias vezes. Gabriela teve diversos ferimentos pelo corpo e precisou ser atendida. A procuradora registrou um boletim de ocorrência. Em um primeiro momento, o delegado Fernando Carvalho Gregório, do 1º Distrito Policial de Registro, não prendeu Macedo em flagrante. Com a repercussão do caso, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva do procurador. Ele foi encontrado em um hospital psiquiátrico, em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo. O caso é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Registro.