[[legacy_image_12424]] Temas relacionados à Covid-19 têm servido para bandidos pegarem informações de usuários e cometerem crimes cibernéticos. As fake news nas redes sociais e o medo do vírus propiciam cenários ideais para as ameaças virtuais, alertam especialistas. A mais recente foi descoberta na semana passada: a CovidLock. A aplicação maliciosa se disfarça de mapa em tempo real sobre a proliferação do coronavírus para enganar o usuário. A armadilha bloqueia o celular e exige valores para liberar os dados. >> Ransomware - veja como se cuidar para evitar golpes Apple e Google – as principais desenvolvedoras de sistemas para celulares – afirmam adotar critérios restritivos ao colocar aplicativos relacionados ao tema em suas lojas virtuais. Para obter informações oficiais sobre a doença, o Ministério da Saúde lançou o app Coronavírus SUS. Taxa No Brasil, criminosos virtuais se valem de mensagens falsas sobre o pagamento do abono de R\$ 600 aos trabalhadores autônomos para atrair as vítimas. Antes mesmo de ser aprovado o calendário de pagamento do benefício, circulavam pelas redes sociais mensagens falsas sobre como obter o recurso. A técnica é similar àquela dos aplicativos a serem instalados: os estelionatários utilizam o momento de fragilidade e distração para infectar aparelhos. A União reforça que a Caixa Econômica Federal é a única instituição autorizada a publicar um aplicativo para cadastramento dos autônomos para a renda emergencial. O coordenador de experiência do cliente da Magna Sistemas, Davi Silvestre Moreira dos Reis aconselha a evitar links em que a procedência não seja de uma fonte oficial. Notícias sem autoria verificada devem ser desconsideradas. Na dúvida, diz Reis, acesse o site do Ministério da Saúde ou reportagens da imprensa que contam com ajuda de especialistas.