<div style="clear:both;"> <p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.472397" attr-version="policy:1.472397:1753918259" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.472397/Projeto Canva (4).jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">Rafaela Costa da Silva teria fugido com Mario Vitorino da Silva Neto após Igor Peretto ser assassinado, alega acusação (Reprodução)</span></p> <p paraeid="{1f32e166-a7b0-4fd7-a64d-e451e0d89cf5}{145}" paraid="1870607141" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Rafaela Costa da Silva, viúva de Igor </span>Peretto, comerciante assassinado em <a href="https://www.atribuna.com.br/cidades/praia-grande">Praia Grande</a>, fugiu junto com o cunhado e sócio da vítima, Mario Vitorino da Silva, autor das facadas. É o que consta nas alegações finais do advogado Felipe Pires de Campos, assistente de acusação e representante da família de Igor.</p> <p paraeid="{1f32e166-a7b0-4fd7-a64d-e451e0d89cf5}{145}" paraid="1870607141" xml:lang="PT-BR"><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9JSFuGehEFvhalgZ1n">Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp!</a></p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{1f32e166-a7b0-4fd7-a64d-e451e0d89cf5}{163}" paraid="687161415" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Igor foi morto a facadas no dia 31 de agosto de 2024, dentro do apartamento da irmã, Marcelly Peretto, na Avenida Paris, no bairro Canto do Forte. Os três réus (Marcelly, Mario e Rafaela) são acusados pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) de premeditar o crime, motivado por questões passionais e financeiras. Eles estão presos preventivamente há cerca de 11 meses. Mario teria sido o autor dos golpes que mataram o comerciante.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{1f32e166-a7b0-4fd7-a64d-e451e0d89cf5}{173}" paraid="1753739893" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR"><strong>A Tribuna</strong> teve acesso às alegações finais da acusação. Conforme consta no documento, dados extraídos do celular de Rafaela mostram uma troca de mensagens por WhatsApp entre ela e Mario, na madrugada de 31 de agosto, dia do crime.</span></p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{1f32e166-a7b0-4fd7-a64d-e451e0d89cf5}{183}" paraid="614485006" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Segundo o defensor, o conteúdo teria sido excluído para "esconder a verdade dos fatos". </span><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">“Não podemos esquecer que Rafaela Costa fugiu junto com Mario, o principal acusado pela morte do seu companheiro, Igor. Da mesma forma, Rafaela Costa deu abrigo ao então foragido Mario Vitorino na casa do seu próprio tio, omitindo tais informes quando ouvida pelo delegado de polícia, demonstrando a sua total intenção de manipular as informações dos autos e a verdade real”, declarou a acusação no documento.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{1f32e166-a7b0-4fd7-a64d-e451e0d89cf5}{203}" paraid="2096188210" xml:lang="PT-BR"><strong><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Defesa de Rafaela</span></strong><br /> <span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">O advogado Yuri Cruz, que defende Rafaela, afirmou para <strong>A Tribuna</strong> que a eventual permanência de Rafaela ao lado de Mario Vitorino após os trágicos acontecimentos, "por si só, não permite qualquer conclusão quanto à sua participação no crime doloso contra a vida, até porque não estava presente no momento dos fatos e só tomou ciência ao encontrar os demais envolvidos posteriormente”.</span></p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{1f32e166-a7b0-4fd7-a64d-e451e0d89cf5}{218}" paraid="1274087804" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">“Durante a instrução processual, ficou cabalmente demonstrada a inexistência de qualquer planejamento, prévio ajuste ou adesão à conduta praticada, conforme declarações do próprio delegado e investigadores de polícia ouvidos judicialmente”, disse o advogado.</span></p> </div>