[[legacy_image_120024]] Foragido há mais de três anos, o chefe de segurança da antiga casa noturna santista Baccará, Anderson Luiz Pereira Brito, de 50 anos, morreu em Itapetininga (SP), onde se escondia, em 11 de outubro. Ele era um dos acusados pela morte do universitário Lucas Martins de Paula, de 21 anos, ocorrida em julho de 2018, após espancamento por conta de uma cobrança indevida de R\$ 15,00. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Identificado como um dos acusados pelo homicídio juntamente com o dono do Baccará, Vitor Alves Karam, e os seguranças Thiago Ozarias Souza e Sammy Barreto Callender, Anderson nunca chegou a ser preso, diferentemente dos outros envolvidos, que estão à espera de julgamento. “Quando o caso explodiu, ele correu”, afirmou o advogado Armando de Mattos Júnior, que representa a família de Lucas. A certidão de óbito de Anderson foi entregue pelo advogado de defesa e anexada ao processo. Segundo Mattos Júnior, mesmo com a morte do acusado, o processo segue sua marcha natural em relação aos outros três envolvidos. "É claro que o pai e a mãe da vítima gostariam de ver esse rapaz sendo processado e condenado também, o que não vai acontecer, devido à morte. Mas, de fato, eles (os pais) não procuram por vingança, eles lutam por justiça”, destacou Armando. Na certidão de óbito do acusado, consta que ele morreu em casa, na Estrada Municipal Pescaria, em Itapetininga, por “causa indeterminada”. O chefe de segurança deixa dois filhos, de 20 e 15 anos. Seu corpo foi sepultado no Cemitério São João Batista, na mesma cidade. Relembre o casoLucas foi espancado por seguranças no dia 7 de julho de 2018, no Baccará, após se manifestar sobre a cobrança de R\$ 15,00 a mais em sua conta por uma cerveja que ele não teria consumido. [[legacy_image_120025]] O universitário morreu após ficar 22 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Santos.