[[legacy_image_230984]] Uma discussão envolvendo animais rendeu agressão com socos e pontapés contra Cidônio Gomes da Cruz, conhecido como Protetor Doni. O caso aconteceu na noite do último dia 13, na Rua Aldo Coli, no bairro Nova Mirim, em Praia Grande. Os dois, que são vizinhos, registraram boletim de ocorrência. Câmeras registraram a ocorrência e A Tribuna teve acesso nesta segunda-feira (19).Veja o vídeo mais abaixo. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Na gravação, não há áudio, mas nota-se pelo gestual que há uma discussão. Cidônio coloca a mão esquerda para trás, em que está um objeto. Pela luz que se acende, trata-se de um celular. Quando o protetor estende a mão com o telefone, começa a ser violentamente agredido pelo vizinho. Apesar disso, Cidônio ainda consegue levantar, mas os socos e pontapés continuam até que ele caia no chão. Chega um outro homem, mas não intervém completamente na ação. Na segunda aparição do homem, o vizinho interrompe as agressões, enquanto o protetor de animais permanece caído. Cidônio contou na delegacia que tem três cachorros e 30 gatos, sendo que os primeiros ficam na parte da frente da residência e os gatos, no gatil do fundo do imóvel, não tendo acesso à residência do vizinho. As reclamações do vizinho são constantes sobre latidos e limpeza do local, segundo o protetor, embora ele alegue que lava duas vezes por dia com desinfetante e cloro os dois ambientes destinados aos animais, sem que exale qualquer cheiro da residência. Além disso, de acordo com Cidônio, nenhum outro vizinho fez queixas semelhantes. O momento do início da agressão, de acordo com Cidônio, foi quando o protetor saiu para ir até à casa da namorada e encontrou o vizinho, que perguntou se Cidônio iria sair novamente e deixar os animais, pois eles latem à noite. O protetor lembrou que o vizinho tem dois cachorros que também fazem isso. Foi a senha para a sequência de socos e pontapés. Cidônio chegou a ser levado por outros moradores até à UPA-Quietude e, em seguida, transferido de ambulância para o Hospital Irmã Dulce, onde fez radiografias, foi medicado e liberado. Na versão do vizinho, existem problemas há dois anos com o mau cheiro provocado pelos animais de propriedade de Cidônio, tendo ele recorrido a vários órgãos municipais e também conversado com o protetor, mas sem sucesso. Na noite da agressão, segundo ele, bateu no protetor porque ele tinha feito menção de que puxaria algum objeto - o celular aceso é o único que aparece nas imagens.