Thiago Arruda Campos Rosas atropelou e matou o cantor Adalto Mello em São Vicente (Reprodução/ Redes sociais) Thiago Arruda Campos Rosas, bancário que atropelou e matou o cantor de pagode Adalto Mello, de 39 anos, em 2024, será levado a júri popular por homicídio qualificado. A data do julgamento ainda não foi marcada. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! De acordo com a sentença do juiz da 1ª Vara Criminal de São Vicente, no litoral de São Paulo, Alexandre Torres de Aguiar, a materialidade e indícios de autoria do crime foram demonstrados. Rosas vai aguardar o julgamento em liberdade. O bancário cumpre pena em liberdade desde 14 de maio de 2025 quando o Supremo Tribunal Federal (STF) converteu a prisão preventiva por medidas cautelares. Ele foi beneficiado com um habeas corpus, mas não pode sair de casa à noite e nos dias de folga. O caso O cantor e compositor de pagode Adalto Mello trafegava de motocicleta pela Avenida Tupiniquins, no bairro Japuí, em São Vicente, em 29 de dezembro de 2024, quando foi atropelado por Thiago Rosas, que dirigia carro em velocidade acima da permitida no local, conforme mostram imagens de câmera de monitoramento e atestado do Instituto de Criminalística (IC). Com o impacto da colisão, Adalto foi arremessado da moto e não resistiu aos ferimentos. O óbito foi constado no local por uma equipe de socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O bancário foi preso após o teste do bafômetro dar positivo e responde por homicídio doloso com dolo eventual — quando se assume o risco de matar.