Os roubos em geral atingiram o menor número da série histórica para o mês de janeiro na Baixada Santista (Matheus Tagé/ Arquivo AT) As cidades da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, iniciaram 2026 com redução expressiva nos crimes patrimoniais, especialmente nos roubos. De acordo com dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), janeiro apresentou queda em praticamente todas as modalidades analisadas na comparação com o mesmo período de 2025. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Os roubos em geral atingiram o menor número da série histórica para o mês. Foram 600 ocorrências em janeiro de 2026, contra 840 registradas em janeiro do ano passado, o que representa uma redução de 28,6%. O roubo de veículos também apresentou retração significativa e alcançou o menor patamar desde o início da série histórica. O número de casos caiu de 106, em janeiro de 2025, para 47 neste ano, uma diminuição de 55,7%. Furtos também recuam Nos nove municípios que compõem a Baixada Santista, os furtos em geral passaram de 2.900 registros para 2.785 em janeiro de 2026, queda de 4% na comparação com 2025. Já os furtos de veículos registraram o segundo menor número da história. Foram 242 ocorrências neste ano, frente a 322 no mesmo período de 2025, o que corresponde a uma redução de 24,8%. Crimes contra a vida Nos crimes contra a vida, os homicídios dolosos permaneceram estáveis, com nove ocorrências em janeiro de 2026, mesmo número registrado no ano anterior. Os latrocínios foram zerados neste ano. Em janeiro de 2025, havia sido registrado um caso. Operação Verão Integrada Segundo a SSP, a redução dos índices ocorre em meio ao reforço do policiamento promovido durante a Operação Verão Integrada, do Governo de São Paulo, que ampliou a presença das forças de segurança na região ao longo do mês de janeiro, período de grande fluxo turístico. A estratégia envolveu a atuação integrada das polícias Civil e Militar, uso de inteligência policial, monitoramento estratégico e intensificação de abordagens em áreas com maior concentração de pessoas. O reforço operacional contribuiu para a prevenção e repressão qualificada dos crimes patrimoniais, refletindo diretamente na queda dos indicadores.