O ator Roger da Cunha Matos desapareceu após sair de bar com motorista de aplicativo em Peruíbe (Reprodução/ Redes sociais e Reprodução/ Polícia Civil) O ator Roger da Cunha Matos, de 35 anos, está desaparecido desde a madrugada de 14 de dezembro, um domingo, após deixar um bar na região central da cidade de Peruíbe, no litoral de São Paulo. Informações que constam no boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Peruíbe detalham os últimos passos dele antes do sumiço e indicam, inclusive, o uso de um carro por aplicativo. (Veja vídeo mais abaixo) Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O caso foi comunicado oficialmente à Polícia Civil dois dias depois e ganhou um adendo em 19 de dezembro, quando o pai do ator, Antônio Jorge de Matos, prestou novos esclarecimentos aos investigadores. Segundo o registro policial, Roger foi visto pela última vez após sair do trabalho por volta das 2 horas, na companhia da gerente do estabelecimento. Eles seguiram até a Adega Peruíbe Bebidas, onde permaneceram por algum tempo. Mais tarde, a mulher teria deixado o ator em um bar conhecido como “24 Horas”, no Jardim Brasil, por volta das 3 horas. Funcionários informaram que ele permaneceu no local até aproximadamente as 9 horas de domingo. Ainda conforme o boletim, familiares conseguiram imagens de câmeras de segurança que mostram Roger entrando em um veículo, supostamente de transporte por aplicativo, acompanhado de outro homem, descrito como moreno, alto e magro, vestindo bermuda azul-escura, sem camisa e com boné. Posteriormente, uma pessoa próxima teria feito contato com o motorista. Ele apresentou o registro da corrida e informou que o destino inicial seria Iguape. No entanto, durante o trajeto, o ator teria desistido e pedido para descer na entrada da estrada de acesso ao Guaraú, em Peruíbe. Depois disso, não houve mais notícias sobre o paradeiro de Roger. -Veja o vídeo (1.501324) Relato de conflitos No boletim, o pai afirmou que o filho mantinha um relacionamento havia cerca de três meses com Djalma Inocêncio Vieira Silva, que chegou a registrar a primeira comunicação do desaparecimento. O pai relatou à polícia que Roger teria comentado que vinha sofrendo agressões físicas e que estaria sendo extorquido, além de já ter pedido para que o companheiro deixasse sua residência. Investigação O desaparecimento foi registrado como não criminal e segue sob apuração da Polícia Civil, que deve analisar imagens e demais elementos apresentados pela família.