[[legacy_image_206929]] O comandante da Polícia Militar na Baixada Santista e Vale do Ribeira, coronel Gilson Hélio Jesus dos Santos, garantiu que a corporação vai realizar novas operações para combate a criminalidade em comunidades da região após a troca de tiros no Morro São Bento, em Santos, no domingo (11). Na ocasião, um homem procurado pela Justiça morreu após criminosos atirarem contra os agentes, que revidaram. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O coronel disse que a PM busca abranger todos os "locais críticos" da região e lamentou a troca de tiros, dizendo que essa não é a vontade da corporação. "Estamos buscando abranger todos os municípios da Baixada Santista, todos os locais críticos. Fazemos esse mapeamento diariamente. Por isso, infelizmente, acabam ocorrendo esses confrontos. Não é a vontade da Polícia Militar, mas não vai ser o suficiente para que possamos recuar diante da missão de combater essa criminalidade, que de alguma forma vem ocupando esses espaços nas comunidades", declarou o coronel Hélio nesta terça (13), após reunião do Alto-Comando da PM em Santos. A ação no Morro São Bento ocorreu no período da tarde, com apoio do Batalhão de Choque. O comandante do Comando de Policiamento do Interior Seis (CPI-6) cita que os agentes foram recebidos a tiros durante a incursão pelo morro, e que por esse motivo, foi solicitado reforço policial naquela área. "Foram localizados dois indivíduos, que iniciaram uma fuga. Nessa fuga, houve três momentos em que houve uma troca de tiros, sendo que no último, após ele ter atentado contra a vida dos policiais, ele acabou sendo baleado e morto. Esse indivíduo estava foragido, sendo procurado pela Justiça, inclusive pelo crime de roubo", explicou o comandante da PM. [[legacy_image_206930]] Tiroteio no morroO confronto foi registrado em vídeo por moradores, que se assustaram com os disparos. Além do Morro São Bento, os policiais prosseguiram com ações na Vila Progresso e na Nova Cintra. A troca de tiros resultou na morte de José Jamenson da Silva, de 34 anos, conhecido como Pókemon, condenado pela Justiça a 11 anos de prisão por roubo. Segundo a PM, ele estava acompanhado por um outro homem, de 40 anos, que carregava drogas e uma pistola. Ele acabou preso por tráfico de entorpecentes e porte ilegal de arma de fogo.